O comerciante Ney Wagner Ramos da Silva, 49 anos, está "p" da vida com o que a Sanepar fez com o jardim que ele e outros moradores conservavam entre a avenida Lucílio de Held e a rua Cypriano Spoladore, no Jardim Maria do Carmo, Zona Norte de Londrina. "Foram três anos em que eu, funcionários e meu cunhado ficamos cortando mato e plantando grama. Trazíamos água de balde. Adotamos o jardim, cuidamos do entorno e tudo foi em vão depois que a Sanepar veio fazer melhorias para a cidade, mas destruiu o jardim", reclamou.
Diante dos pinheirinhos secos, da grama morta e dos pingos de ouro depenados, o comerciante disse que a alegria acabou e deu lugar a uma indignação que só aumenta. "O pingo de ouro formava um desenho e eles reviraram tudo. Eu já liguei várias vezes para a Sanepar, eles só passam um número de protocolo, mas não vem refazer o nosso jardim. Além disso, quebraram o calçamento, não levaram o lixo embora e agora temos que aceitar as coisas assim. Isso não é certo", desabafou. O comerciante reforçou que investiu bem mais do que dinheiro no jardim. "Queremos viver bem, cuidar do lugar onde moramos. Não sou contra as melhorias, mas acredito que devem fazer com respeito", exigiu. "Não podemos ficar com esse prejuízo", concluiu. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
Diante dos pinheirinhos secos, da grama morta e dos pingos de ouro depenados, o comerciante disse que a alegria acabou e deu lugar a uma indignação que só aumenta. "O pingo de ouro formava um desenho e eles reviraram tudo. Eu já liguei várias vezes para a Sanepar, eles só passam um número de protocolo, mas não vem refazer o nosso jardim. Além disso, quebraram o calçamento, não levaram o lixo embora e agora temos que aceitar as coisas assim. Isso não é certo", desabafou. O comerciante reforçou que investiu bem mais do que dinheiro no jardim. "Queremos viver bem, cuidar do lugar onde moramos. Não sou contra as melhorias, mas acredito que devem fazer com respeito", exigiu. "Não podemos ficar com esse prejuízo", concluiu. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)