A zona norte de Londrina vai ser palco da 3ª Etapa Nacional de Drift Trike. O evento está marcado para o fim de semana e promete muita emoção nas categorias máster, infantil, feminino e profissional. Com atletas de todo o País, a briga por posições acontecerá em alta velocidade. Batizada como a "Ladeira do Cincão", a largada ocorre na Avenida Lucineide Rodrigues Silveira, entre o Parque Leblon e o Heimtal.
"Esperamos uns 150 competidores para o próximo fim de semana. Teremos equipes de várias partes do Paraná, além de pilotos dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, assim como o pessoal de Londrina e cidades da região, como Apucarana e Maringá", adianta um dos organizadores, o londrinense Felipe Faria.
Ele também é competidor profissional e atual líder do campeonato nacional. Faria ficou em segundo lugar na primeira etapa de 2015, disputada em Rio Negro-PR, e com o primeiro lugar em Sabará-MG. "Como conquistei estes dois resultados, irei apenas me dedicar à organização da etapa de Londrina e por isso não vou competir", explica.
O percurso londrinense terá cerca de um quilômetro de extensão. "É uma pista bem técnica. Com oito curvas, ladeiras e subidas também. O percurso irá exigir muito dos competidores", alerta ele. O evento tem o apoio da Prefeitura de Londrina.
"A pista é bem segura para os atletas, com proteções de pneus nos pontos mais críticos. Caso aconteça algum acidente, o evento terá ambulância e profissionais para a prestação do socorro. Terá também pontos específicos que facilitaram a visão do público", salienta Farias. Os treinos começam no sábado, a partir das 9h. Já as corridas serão disputadas no domingo, a partir das 8h. As baterias ocorrem nas categorias máster (a partir dos 40 anos de idade), infantil (até os 17 anos), feminino e profissional.
Carrinho de rolimã? Uma ova!
Apesar da semelhança, o Drift Trike não é um carrinho de rolimã. Os primeiros veículos foram montados com peças misturadas de bicicletas e outros veículos. No entanto, os equipamentos atuais possuem equipamentos próprios, com desenvolvimento específico para o tipo de competição. Basicamente, cada veículo possui aro, garfo, pneu, guidão na parte dianteira e quadro (chassi). Já a parte traseira é composta por duas rodas de plástico (PVC ou polietileno).
De acordo com Felipe Faria, um Drift Trike novo e preparado para competição pode custar entre R$ 600 e R$ 2 mil. Em Londrina, o esporte existe há cerca de três anos. "Somos pioneiros aqui em nossa cidade", ressalta ele, completando que não há casos de acidentes graves na modalidade. "É raro alguém se machucar no Drift Trike. Nossa pista, por exemplo, é muito segura. Como prevenção, uso um macacão de motociclista, mas tem competidores que utilizam ainda cotoveleiras e joelheiras para evitar ferimentos mais sérios", finaliza.
A inscrição para a 3ª Etapa Nacional de Drift Trike custa R$ 70. A competição irá premiar os vencedores com equipamentos e peças de Drift Trike. Mais informações na página do evento: . (P.M.)