Coragem, disposição e muito ânimo. Os moradores do Jardim Boa Vista, em Cambé, precisam ter tudo isso para enfrentar a rua Jan Remesik. A via, que tem cerca de 400 metros de extensão, é um dos poucos acessos para o pessoal chegar a outros bairros da cidade, onde encontram atendimento médico, escolar e podem fazer suas compras. O problema é que ela vive cheia de lixo, não tem iluminação e, quando chove, o poeirão vira um lamaçal só.
"Nosso bairro está ilhado. Praticamente só temos essa rua para ir de lá para cá", reclama o morador Adeílson Mendes Silva. "Além do barro, da poeira, da sujeira, à noite a ‘coisa’ fica ainda pior. A rua não tem iluminação e quando escurece é muito perigoso. Principalmente para crianças e mulheres. Tem gente que já foi atacada aqui", garante.
Silva conta que a rua foi aberta há muitos anos, mas nunca recebeu nenhuma melhoria por parte administração pública de Cambé. "Pedi pessoalmente até para o prefeito João Pavinato, mas nada ocorreu. Além dele, falei umas 20 vezes com o secretário de Obras, mas continua tudo do mesmo jeito", lamenta o morador.
Outra moradora, Lusinete Palma, fala que a a rua é praticamente a única via de saída para outros bairros. "Usamos essa rua para ir aos postos de saúde, às escolas e lojas, já que tudo fica nos bairros vizinhos, os jardins São Paulo e Santo Amaro", diz. Junto ao sobrinho Álisson, de 10 anos, Lusinete atravessava com muito cuidado a via entre poças de água barrenta e veículos. "Passamos aqui todos os dias. Olha essa lama", mostra ela. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
"Nosso bairro está ilhado. Praticamente só temos essa rua para ir de lá para cá", reclama o morador Adeílson Mendes Silva. "Além do barro, da poeira, da sujeira, à noite a ‘coisa’ fica ainda pior. A rua não tem iluminação e quando escurece é muito perigoso. Principalmente para crianças e mulheres. Tem gente que já foi atacada aqui", garante.
Silva conta que a rua foi aberta há muitos anos, mas nunca recebeu nenhuma melhoria por parte administração pública de Cambé. "Pedi pessoalmente até para o prefeito João Pavinato, mas nada ocorreu. Além dele, falei umas 20 vezes com o secretário de Obras, mas continua tudo do mesmo jeito", lamenta o morador.
Outra moradora, Lusinete Palma, fala que a a rua é praticamente a única via de saída para outros bairros. "Usamos essa rua para ir aos postos de saúde, às escolas e lojas, já que tudo fica nos bairros vizinhos, os jardins São Paulo e Santo Amaro", diz. Junto ao sobrinho Álisson, de 10 anos, Lusinete atravessava com muito cuidado a via entre poças de água barrenta e veículos. "Passamos aqui todos os dias. Olha essa lama", mostra ela. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)