O Campeonato Regional Sub-17 promovido pela Liga de Futebol de Londrina começou nesta semana. É uma oportunidade para garotos mostrarem seus potenciais e conseguirem um salto na carreira. Uma das partidas foi entre Portuguesa Londrinense e a equipe do Jardim Santiago. A Lusinha levou a melhor por 6 a 3. A partida, realizada no campo anexo à Associação de Moradores do Jardim Santiago, região leste, debaixo de um calorão de 36 graus.
O técnico da Portuguesa, Ricardinho, ressaltou a oportunidade que a molecada tem na competição. "Todos eles têm o desejo de se tornar um atleta profissional e hoje, mesmo sendo em uma estrutura simples, eles sabem que tem gente filmando, divulgando e se esforçam para fazer o melhor. Jogam para valer, estudam e querem estar em evidência. O Nenê é um exemplo de que já está sendo observado e recentemente foi chamado para uma avaliação no Grêmio de Porto Alegre", orgulha-se.
Do outro lado, os comandados do professor Carlos Alberto dos Santos, literalmente vestem a camisa do Santiago e também não ficam atrás no quesito garra. "Confiamos demais nesses meninos que estão longe do glamour das grandes estrelas do futebol e, embora jovens de baixa renda, tem potencial e são esforçados". Com o espaço reformado na base da boa vontade e das doações, Santos reconhece que a estrutura está muito aquém das necessidades das práticas esportivas, mas não deixa que isso os contamine e leve para longe o sonho dos meninos. "Passamos por muita dificuldade, já são dez anos de escolinha e com treino e comprometimento a competição vale a pena. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
O técnico da Portuguesa, Ricardinho, ressaltou a oportunidade que a molecada tem na competição. "Todos eles têm o desejo de se tornar um atleta profissional e hoje, mesmo sendo em uma estrutura simples, eles sabem que tem gente filmando, divulgando e se esforçam para fazer o melhor. Jogam para valer, estudam e querem estar em evidência. O Nenê é um exemplo de que já está sendo observado e recentemente foi chamado para uma avaliação no Grêmio de Porto Alegre", orgulha-se.
Do outro lado, os comandados do professor Carlos Alberto dos Santos, literalmente vestem a camisa do Santiago e também não ficam atrás no quesito garra. "Confiamos demais nesses meninos que estão longe do glamour das grandes estrelas do futebol e, embora jovens de baixa renda, tem potencial e são esforçados". Com o espaço reformado na base da boa vontade e das doações, Santos reconhece que a estrutura está muito aquém das necessidades das práticas esportivas, mas não deixa que isso os contamine e leve para longe o sonho dos meninos. "Passamos por muita dificuldade, já são dez anos de escolinha e com treino e comprometimento a competição vale a pena. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)