Um grupo de recicladores de Londrina foi surpreendido na tarde de quarta com um achado macabro. Eles encontraram pedaços de órgãos humanos, que estavam dentro de uma caixa de isopor que acabou chegando até o depósito de materias recicláveis onde trabalham, na avenida 10 de Dezembro (Zona Leste). Os coletores sentiram um forte cheiro e descobriram restos humanos acondicionados em sacos etiquetados e impressos com o nome de uma clínica da cidade.
"As peças encontradas no depósito aparentavam restos de cirurgias. Acredito que sejam pedaços de estômagos, corações, figados. Tudo foi recolhido e encaminhado por uma empresa responsável pelo descarte de resíduos hospitalares e incineradas na sequência", disse o chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Raimundo Maia Júnior.
O perito do Instituto de Criminalística de Londrina, Rafael Greve, também realizou análises dos achados. A clínica responsável pelo material humano foi notificada pelo IAP e pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). "Funcionários da empresa compareceram ao local. O caso será apurado e a clínica pode responder por descarte irregular de resíduo hospitalar, caso seja comprovada a negligência", informou o chefe regional do IAP. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
"As peças encontradas no depósito aparentavam restos de cirurgias. Acredito que sejam pedaços de estômagos, corações, figados. Tudo foi recolhido e encaminhado por uma empresa responsável pelo descarte de resíduos hospitalares e incineradas na sequência", disse o chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Raimundo Maia Júnior.
O perito do Instituto de Criminalística de Londrina, Rafael Greve, também realizou análises dos achados. A clínica responsável pelo material humano foi notificada pelo IAP e pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). "Funcionários da empresa compareceram ao local. O caso será apurado e a clínica pode responder por descarte irregular de resíduo hospitalar, caso seja comprovada a negligência", informou o chefe regional do IAP. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)