Na quarta a noite, o Peixe entrou em campo na Vila Belmiro sonhando em nadar de braçada contra o Cruzeiro, em jogo decisivo que valia a vaga para a final da Copa do Brasil. Precisava vencer, já que tinha perdido o jogo de ida por 1 a 0. Até os 35 minutos do segundo parecia tudo certo – vencia por 3 a 1 e via um lugar na decisão cada vez mais perto -, mas os mineiros conseguiram empatar a parada e estragaram a festa santista.
Logo aos dois minutos, o Santos abriu o marcador. Robinho recebeu na entrada da área e finalizou. A bola desviou na zaga e entrou. Mas aos sete minutos, os mineiros acharam o gol de empate num rebote aproveitado pelo Moreno. Como o Santos fez o gol fora de casa, precisava fazer 3 a 1 para ficar com a vaga na final. A tática cruzeirense para afogar o adversário foi adiantar a marcação e impedir que os santistas construíssem qualquer tipo de jogada perigosa. Deu certo durante quase todo o primeiro tempo. Até que aos 45 minutos, Rildo sofreu pênalti. Gabigol bateu e foi bola para um lado e goleiro mineiro para o outro.
No segundo tempo, o Santos voltou com fome de final e aos 13 minutos conseguiu fazer o que precisava: o terceiro gol em cima da Raposa. Em um contra-ataque rápido, Gabriel cruzou da direita e achou Rildo na pequena área, que só completou para dentro do gol. Para deixar o clima ainda mais dramático, Robinho sentiu as costas e saiu machucado logo em seguida. Depois disso, o Santos começou a fazer aquele joguinho de chove e não molha: nem se lançava para o ataque, nem recuava demais o time.
Só se esqueceu o que o time do Cruzeiro é tinhoso e não dá mole. Aos 35 minutos, Willian dominou pelo meio, carregou e finalizou no cantinho esquerdo do goleirão Aranha, que nada pode fazer. O Santos ainda tentou uma pressão extra nos cinco minutos de acréscimo, mas foi o Cruzeiro quem fez o terceiro, com Willian. Final mineira na Copa do Brasil de 2014. (Luciano Augusto/NOSSODIA)
Logo aos dois minutos, o Santos abriu o marcador. Robinho recebeu na entrada da área e finalizou. A bola desviou na zaga e entrou. Mas aos sete minutos, os mineiros acharam o gol de empate num rebote aproveitado pelo Moreno. Como o Santos fez o gol fora de casa, precisava fazer 3 a 1 para ficar com a vaga na final. A tática cruzeirense para afogar o adversário foi adiantar a marcação e impedir que os santistas construíssem qualquer tipo de jogada perigosa. Deu certo durante quase todo o primeiro tempo. Até que aos 45 minutos, Rildo sofreu pênalti. Gabigol bateu e foi bola para um lado e goleiro mineiro para o outro.
No segundo tempo, o Santos voltou com fome de final e aos 13 minutos conseguiu fazer o que precisava: o terceiro gol em cima da Raposa. Em um contra-ataque rápido, Gabriel cruzou da direita e achou Rildo na pequena área, que só completou para dentro do gol. Para deixar o clima ainda mais dramático, Robinho sentiu as costas e saiu machucado logo em seguida. Depois disso, o Santos começou a fazer aquele joguinho de chove e não molha: nem se lançava para o ataque, nem recuava demais o time.
Só se esqueceu o que o time do Cruzeiro é tinhoso e não dá mole. Aos 35 minutos, Willian dominou pelo meio, carregou e finalizou no cantinho esquerdo do goleirão Aranha, que nada pode fazer. O Santos ainda tentou uma pressão extra nos cinco minutos de acréscimo, mas foi o Cruzeiro quem fez o terceiro, com Willian. Final mineira na Copa do Brasil de 2014. (Luciano Augusto/NOSSODIA)