Cansado de testemunhar carros passando em alta velocidade em frente de sua casa, animas sendo atropelados e pedestres correndo riscos ao caminhar pela via, o morador Eleno Rogério Alves, 19 anos, decidiu construir um quebra-molas com cimento, pedra e areia na rua Antônio Milton Mendes, esquina com a Manoel Canuto Gouveia Filho, no Jardim Primavera, região Norte de Londrina. Segundo ele, a obra foi finalizada há cerca de duas semanas e, desde então, o trânsito no pedaço ficou mais tranquilo.
Para que os motoristas não sejam surpreendidos pela intervenção, alertas de "PARE" foram pintados em verde e amarelo no asfalto próximo ao quebra-molas, que também ganhou faixas nas mesmas cores.
Alves destaca que decidiu colocar as duas mãos na massa após ter seus pedidos ignorados pela Prefeitura. "Nessa rua passam muitos carros, motos e ônibus. A gente já tinha tentado falar com a Prefeitura, mas nada aconteceu. Aí tivemos a ideia de fazer um quebra-molas", ressalta o morador, que antes da construção procurou saber se a comunidade do bairro aprovaria a obra. "Fizemos um abaixo-assinado e conseguimos mais de 35 assinaturas dos moradores", garante.
"Aí um morador doou o cimento e o outro fez a massa e trouxe para eu colocar aqui na rua. Usei uma régua para deixar a lombada alinhada e redondinha", aponta o criador da ondulação transversal, dias depois da construção. De acordo com ele, nenhum acidente teria sido registrado no local até a última semana. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
Para que os motoristas não sejam surpreendidos pela intervenção, alertas de "PARE" foram pintados em verde e amarelo no asfalto próximo ao quebra-molas, que também ganhou faixas nas mesmas cores.
Alves destaca que decidiu colocar as duas mãos na massa após ter seus pedidos ignorados pela Prefeitura. "Nessa rua passam muitos carros, motos e ônibus. A gente já tinha tentado falar com a Prefeitura, mas nada aconteceu. Aí tivemos a ideia de fazer um quebra-molas", ressalta o morador, que antes da construção procurou saber se a comunidade do bairro aprovaria a obra. "Fizemos um abaixo-assinado e conseguimos mais de 35 assinaturas dos moradores", garante.
"Aí um morador doou o cimento e o outro fez a massa e trouxe para eu colocar aqui na rua. Usei uma régua para deixar a lombada alinhada e redondinha", aponta o criador da ondulação transversal, dias depois da construção. De acordo com ele, nenhum acidente teria sido registrado no local até a última semana. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)