As tatuagens com os dizeres "Cleusa e Amor" não ajudaram a identificar o corpo de um rapaz no Instituto Médico Legal (IML), encontrado carbonizado, com lesões e ferimentos causados por tiros em um canavial no sítio São Carlos, comunidade Água das Abóboras, entre a região Norte de Londrina e Ibiporã, no dia 13 de janeiro de 2015.
A vítima, que aparentava ter entre 25 e 30 anos e vestia uma blusa vermelha feminina, foi encontrada por agricultores durante a manhã, mas, provavelmente, foi executada de madrugada. Período em que os moradores teriam ouvido uma pessoa pedir por socorro na região.
Além da brutal execução, seu fim foi ainda mais triste. Ele acabou sendo enterrado em fevereiro como indigente, no Cemitério São Lucas, em Ibiporã.
Como o corpo foi localizado em circunscrição policial de Ibiporã, o crime está sendo investigado pela Polícia Civil da vizinha cidade. "Infelizmente, esta vítima não foi identificada. Além disso, ninguém apareceu como possível parente ou amigo", afirmou o delegado Roberto Fernandes de Lima, titular na Delegacia de Ibiporã. "Suas impressões digitais foram colhidas e encaminhadas ao Instituto de Identificação do Paraná. Mas ainda não recebemos o resultado", adiantou o delegado, sem qualquer previsão. "Talvez, essa vítima não seja nem desta região do Estado, tamanha a dificuldade de sua identificação", presume.
A vítima, que aparentava ter entre 25 e 30 anos e vestia uma blusa vermelha feminina, foi encontrada por agricultores durante a manhã, mas, provavelmente, foi executada de madrugada. Período em que os moradores teriam ouvido uma pessoa pedir por socorro na região.
Além da brutal execução, seu fim foi ainda mais triste. Ele acabou sendo enterrado em fevereiro como indigente, no Cemitério São Lucas, em Ibiporã.
Como o corpo foi localizado em circunscrição policial de Ibiporã, o crime está sendo investigado pela Polícia Civil da vizinha cidade. "Infelizmente, esta vítima não foi identificada. Além disso, ninguém apareceu como possível parente ou amigo", afirmou o delegado Roberto Fernandes de Lima, titular na Delegacia de Ibiporã. "Suas impressões digitais foram colhidas e encaminhadas ao Instituto de Identificação do Paraná. Mas ainda não recebemos o resultado", adiantou o delegado, sem qualquer previsão. "Talvez, essa vítima não seja nem desta região do Estado, tamanha a dificuldade de sua identificação", presume.