Nascido em berço regado de arte, Zinho Barbosa, o Zim Jackson, 39 anos, como bom baiano, considera que sua incursão na arte se deu no próprio nascimento e confirma a máxima de que "Baiano não nasce, estreia". Avô, pai e mãe, tocavam violão e, embora todos falecidos, Zim faz perpetuar o amor pela arte musical. Zim toca violão e guitarra, canta e pode ser visto em pontos públicos da cidade de Londrina mostrando o seu talento. "Está no sangue mesmo. Tiro música de ouvido e tenho suingue", afirma.
Há três meses, escolheu o solo londrinense para seu solo musical. "Era um passeio, mas se esticou", brinca. Numa pausa para o NOSSODIA, fala de si e de suas referências com mansidão. "As pessoas gostam do meu trabalho, do que canto." Na bagagem musical do artista, Creedence, Tina Turner, Janes Joplin. Sem se esquecer, é claro, de Raul Seixas e Michael Jackson. "Como cover do Michael, já ganhei concurso em Maringá, na Argentina, Paraguai e em Minas Gerais. Entre uma estrofe e outra, um transeunte deixa uma moeda, uma cédula – como sinais de gratidão ao artista, que se apresenta na rua. "O dinheiro é pouco, mas o prazer, supera e meu sonho é encontrar uma gravadora em que eu possa gravar minhas músicas. Tenho mais de 100 e todas as letras e músicas são de minha autoria", reforça. O próximo destino de Zim é Maringá. Contato: (43) 98433-4622 ou (44) 99169-6534.(Walkiria Vieira/NOSSODIA)