Há quatro anos, Regiane Bueno, 39 anos, cuida de uma das lojas da família e tomou para si várias responsabilidades, entre elas a de cuidar da vitrine onde ficam as manequins que exibem os principais looks da estação. Formada em Educação Física, Regiane trabalhou por 14 anos como personal trainer, até que decidiu mudar. "Um dia percebi que meu marido estava desmotivado e embora nunca tivesse trabalhado com moda, decidi ajudar", conta. Entre uma mãozinha e outra, tomou gosto pelo universo fashion e hoje ela faz compras, pesquisa em revistas especializadas, acompanha desfiles, entre muitas outras ocupações.
Regiane aponta que a montagem de uma vitrine tem seu passo a passo. "Eu começo em uma manequim e parto do que eu vestiria em mim. Depois dou sequência às demais manequins e procuro seguir um tom para que a vitrine tenha equilíbrio e ao mesmo tempo atraia o olhar das pessoas", detalha.
Do casual ao exótico, diferentes estilos compõem a vitrine que Regiane produz para que pessoas de gostos variados entrem na loja. "Um vitrinista precisa ser despojado, estar atento a diferentes formas de se vestir e ter um olhar livre", comenta. Para que a venda se concretize, a vitrinista investe em acessórios. Assim, a calça da novela associada a uma camisa e um cinto são vendas garantidas.
Mesmo nas horas de lazer, quando viaja ou vai a um shopping por exemplo, Regiane não tira os olhos das vitrines. "Eu vivo muito o meu trabalho. Na vitrine da loja que cuido só eu mexo e chego a ter ciúme. Considero a vitrine o coração da loja. É como um imã. E se durante o dia não houve procura por peças da vitrine, sei que não funcionou, que aquela não foi uma vitrine vendedora. No dia seguinte mudo tudo porque vitrine tem que vender."
Com a concorrência cada vez maior, muitas lojas estão investindo em profissionais (terceirizados ou não) responsáveis por cuidar do visual do ponto comercial para atrair mais clientes e bombar as vendas. Em outras lojas são os próprios vendedores cumprem a função de cuidar da vitrine e podem dar pitacos. O salário é o piso da categoria mais comissão sobre vendas. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
Regiane aponta que a montagem de uma vitrine tem seu passo a passo. "Eu começo em uma manequim e parto do que eu vestiria em mim. Depois dou sequência às demais manequins e procuro seguir um tom para que a vitrine tenha equilíbrio e ao mesmo tempo atraia o olhar das pessoas", detalha.
Do casual ao exótico, diferentes estilos compõem a vitrine que Regiane produz para que pessoas de gostos variados entrem na loja. "Um vitrinista precisa ser despojado, estar atento a diferentes formas de se vestir e ter um olhar livre", comenta. Para que a venda se concretize, a vitrinista investe em acessórios. Assim, a calça da novela associada a uma camisa e um cinto são vendas garantidas.
Mesmo nas horas de lazer, quando viaja ou vai a um shopping por exemplo, Regiane não tira os olhos das vitrines. "Eu vivo muito o meu trabalho. Na vitrine da loja que cuido só eu mexo e chego a ter ciúme. Considero a vitrine o coração da loja. É como um imã. E se durante o dia não houve procura por peças da vitrine, sei que não funcionou, que aquela não foi uma vitrine vendedora. No dia seguinte mudo tudo porque vitrine tem que vender."
Com a concorrência cada vez maior, muitas lojas estão investindo em profissionais (terceirizados ou não) responsáveis por cuidar do visual do ponto comercial para atrair mais clientes e bombar as vendas. Em outras lojas são os próprios vendedores cumprem a função de cuidar da vitrine e podem dar pitacos. O salário é o piso da categoria mais comissão sobre vendas. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)