O vendedor de instrumentos musicais especializado em violão, Elizeu Fernandes, 30 anos, confirma a máxima de que "ninguém vende o que não compra". Por isso, para fazer bonito no trabalho vai em busca de informação para se manter atualizado, conhece detalhes dos produtos que vende, não tem preguiça de perguntar e, principalmente, gosta do próprio trabalho. "Temos violão de R$200 a R$ 6 mil", cita. Além disso, o rapaz também é músico. Toca violão, guitarra, viola caipira e ama o ambiente onde trabalha.
A ligação com a música vem de longa data. "Meu avô tocava cavaquinho em Folia de Reis e meu pai me incentivou até que comecei a tocar na Igreja e não parei mais", recorda. Fernandes diz que até tentou fazer outras coisas (operador em fábrica de lustres e na indústria de instrumentos), mas é como vendedor que se sente realizado. "Não tem como acordar de mau humor. Aqui o ambiente é ótimo, temos oportunidade de fazer cursos e mesmo que o atendimento ao cliente dure duas horas é prazeroso porque a conversa flui sobre tema de interesse comum, a música."
Fernandes trabalha em horário comercial, de segunda a sábado. O salário é o piso do comércio, mais benefícios e comissão sobre vendas. As amizades e o circulo de relacionamento também cresceu graças ao contato direto com o cliente. O vendedor ainda encontra tempo para ensinar seus conhecimentos sobre música para jovens na Igreja. "Tenho um projeto na Igreja para tirar a molecada da rua e acredito que a música tem o poder de unir as pessoas, deixar o ambiente mais agradável, alegrar as pessoas, acalmá-las, promover atividade física e por isso acredito muito nessa arte", comenta o jovem.
Compartilhar as emoções dos clientes também faz parte da rotina do vendedor. "Muitas pessoas ficam emocionadas quando conseguem realizar o sonho de ter o instrumento tão desejado nas mãos e isso motiva a gente. Algumas pessoas também compram o primeiro instrumento e compartilham vídeos na internet. A tecnologia hoje ajuda a criar mais vínculo com os clientes", afirma. Referência em instrumentos musicais, a loja Sonkey, que fica no centro de Londrina, atrai pessoas de toda a região. "Do gospel ao rock, a música faz com que a gente conheça muita gente e valorize a diversidade", completa Fernandes. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
A ligação com a música vem de longa data. "Meu avô tocava cavaquinho em Folia de Reis e meu pai me incentivou até que comecei a tocar na Igreja e não parei mais", recorda. Fernandes diz que até tentou fazer outras coisas (operador em fábrica de lustres e na indústria de instrumentos), mas é como vendedor que se sente realizado. "Não tem como acordar de mau humor. Aqui o ambiente é ótimo, temos oportunidade de fazer cursos e mesmo que o atendimento ao cliente dure duas horas é prazeroso porque a conversa flui sobre tema de interesse comum, a música."
Fernandes trabalha em horário comercial, de segunda a sábado. O salário é o piso do comércio, mais benefícios e comissão sobre vendas. As amizades e o circulo de relacionamento também cresceu graças ao contato direto com o cliente. O vendedor ainda encontra tempo para ensinar seus conhecimentos sobre música para jovens na Igreja. "Tenho um projeto na Igreja para tirar a molecada da rua e acredito que a música tem o poder de unir as pessoas, deixar o ambiente mais agradável, alegrar as pessoas, acalmá-las, promover atividade física e por isso acredito muito nessa arte", comenta o jovem.
Compartilhar as emoções dos clientes também faz parte da rotina do vendedor. "Muitas pessoas ficam emocionadas quando conseguem realizar o sonho de ter o instrumento tão desejado nas mãos e isso motiva a gente. Algumas pessoas também compram o primeiro instrumento e compartilham vídeos na internet. A tecnologia hoje ajuda a criar mais vínculo com os clientes", afirma. Referência em instrumentos musicais, a loja Sonkey, que fica no centro de Londrina, atrai pessoas de toda a região. "Do gospel ao rock, a música faz com que a gente conheça muita gente e valorize a diversidade", completa Fernandes. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)