Quando tinha 19 anos, o bombeiro militar Gilberto Gumiero, 65 anos, tinha uma certeza: ser bombeiro. Passou logo no primeiro concurso, foi chamado e durante 20 anos exerceu a função de soldado. Natural de Londrina, ainda vive na sua Vila Casoni, o bairro em que nasceu. A casa própria onde mora foi conquistada à base de muito esforço e da cooperação recebida dos companheiros de corporação.
Na visão de Gumiero, como sempre foi chamado pelos colegas, a profissão é sinônimo de disciplina. "Isso foi muito bom também para a minha vida pessoal e formação dos filhos e netos. Eu sempre dosei a as regras e os mimos. Tem hora pra tudo", ensina. Das ocorrências, recorda-se de quando uma criança caiu no poço e o pai se jogou para salvá-lo. "Quando cheguei fiquei impressionado com a coragem do pai. Fomos rápidos, mas a criança teria se afogado porque tinha água no poço. O pai estava se escorando com pernas, braços e fazendo muita força para segurar o filho. Eu disse para a criança que foi o pai quem salvou a vida dela", recorda.
Para quem sonha em entrar nessa área, Gumiero garante: é uma carreira muito satisfatória. "Eu faria tudo de novo e quem quer subir na carreira não pode se prender. Precisar estar disponível e vale a pena. Nosso dia a dia é corrido. Na hora do ‘vamô vê’, tem que fazer tudo certinho, mais do que na teoria. Mesmo assim, não me considero um herói, mas sim uma pessoa com dever cumprido", encerra. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
Na visão de Gumiero, como sempre foi chamado pelos colegas, a profissão é sinônimo de disciplina. "Isso foi muito bom também para a minha vida pessoal e formação dos filhos e netos. Eu sempre dosei a as regras e os mimos. Tem hora pra tudo", ensina. Das ocorrências, recorda-se de quando uma criança caiu no poço e o pai se jogou para salvá-lo. "Quando cheguei fiquei impressionado com a coragem do pai. Fomos rápidos, mas a criança teria se afogado porque tinha água no poço. O pai estava se escorando com pernas, braços e fazendo muita força para segurar o filho. Eu disse para a criança que foi o pai quem salvou a vida dela", recorda.
Para quem sonha em entrar nessa área, Gumiero garante: é uma carreira muito satisfatória. "Eu faria tudo de novo e quem quer subir na carreira não pode se prender. Precisar estar disponível e vale a pena. Nosso dia a dia é corrido. Na hora do ‘vamô vê’, tem que fazer tudo certinho, mais do que na teoria. Mesmo assim, não me considero um herói, mas sim uma pessoa com dever cumprido", encerra. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)