No mesmo ponto comercial há 20 anos, a massagista Maria Gomes Batista, 62 anos, tem muito orgulho do que faz. Soma 34 anos de profissão e preserva os clientes que tem como grandes amigos. Nascida no Patrimônio de Narandiba, na região de Presidente Prudente (SP), ela considera que a educação da mãe foi decisiva para sua profissão. "Naquela época, as filhas ficavam mais em casa, perto da mãe, e aprendi a cuidar da casa, a bordar, costurar, fazer tricô e agradeço demais a isso", afirma.
A profissional que faz das mãos as suas ferramentas de trabalho, atende de segunda a sexta-feira. Ela conta que o dinheiro que levanta no mês é para uso pessoal. "Gosto de presentear os amigos, familiares, de comer bem e de me vestir bem e hoje os filhos já estão encaminhados", diz. Embora contente com a satisfação da clientela, dona Maria considera que o meio poderia ser mais valorizado. "As paranaenses deveriam se cuidar mais", dá a bronca. Além disso, a massagista considera que as casas que oferecem serviços picantes, ligados ao sexo, não deveriam usar esse rótulo para vender os serviços que oferecem. "Isso confunde as pessoas", opina.
Além da massagem modeladora, que tem o objetivo estético, Maria também oferece massagem para aliviar dores nas costas. "Meu maior sonho é ensinar o que sei para as outras pessoas que tem até faculdade. Fiz vários cursos e atendo até médicos." Drenagem e massagem, todas manuais, custam a partir de R$ 45. Para amenizar dores, os valores são diferenciados e a profissional explica que também faz pacotes para fidelizar a clientela. "O principal é fazer o serviço com amor e ter carinho pelas pessoas. Esse serviço deveria se estender a postos de saúde e asilos porque o bem que faz para as pessoas não é de conhecimento de todos", sugere.
Moradora do Jardim Fraternidade, Zona Leste de Londrina, Maria observa que o principal motivo de tantas pessoas sofrerem de dores nas costas e na coluna é bem conhecido: as pessoas guardam muita mágoa, ficam arqueadas, e quando levantam um peso de mal jeito tudo desaba. Além disso, usam sapatos inadequados, não cuidam da postura e pisam errado". (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
A profissional que faz das mãos as suas ferramentas de trabalho, atende de segunda a sexta-feira. Ela conta que o dinheiro que levanta no mês é para uso pessoal. "Gosto de presentear os amigos, familiares, de comer bem e de me vestir bem e hoje os filhos já estão encaminhados", diz. Embora contente com a satisfação da clientela, dona Maria considera que o meio poderia ser mais valorizado. "As paranaenses deveriam se cuidar mais", dá a bronca. Além disso, a massagista considera que as casas que oferecem serviços picantes, ligados ao sexo, não deveriam usar esse rótulo para vender os serviços que oferecem. "Isso confunde as pessoas", opina.
Além da massagem modeladora, que tem o objetivo estético, Maria também oferece massagem para aliviar dores nas costas. "Meu maior sonho é ensinar o que sei para as outras pessoas que tem até faculdade. Fiz vários cursos e atendo até médicos." Drenagem e massagem, todas manuais, custam a partir de R$ 45. Para amenizar dores, os valores são diferenciados e a profissional explica que também faz pacotes para fidelizar a clientela. "O principal é fazer o serviço com amor e ter carinho pelas pessoas. Esse serviço deveria se estender a postos de saúde e asilos porque o bem que faz para as pessoas não é de conhecimento de todos", sugere.
Moradora do Jardim Fraternidade, Zona Leste de Londrina, Maria observa que o principal motivo de tantas pessoas sofrerem de dores nas costas e na coluna é bem conhecido: as pessoas guardam muita mágoa, ficam arqueadas, e quando levantam um peso de mal jeito tudo desaba. Além disso, usam sapatos inadequados, não cuidam da postura e pisam errado". (Walkiria Vieira/NOSSODIA)