Com 30 anos de experiência como instrutora do curso de cabeleireiro, Odete Lopes Moreira se sente realizada. "Todas as minhas conquistas são fruto da minha profissão. Fiz Pedagogia, Estética e realizei meus sonhos ensinando a profissão a outras pessoas", conta. Ela ensina todos os segredos, desde a massagem no lavatório até como conseguir aquele corte impecável, passando pela coloração, luzes, escova e alisamento.
O primeiro curso que fez foi promovido pela Prefeitura e na sequência veio o desejado certificado do Senac. "Fazer curso no Senac abre portas e também permite que o profissional, com conhecimento, negocie melhor suas comissões, que passam de 25 a 70%, quando há formação profissional", garante. No caso do instrutor, segundo Odete, o salário pode variar. "Recebemos por hora/aula. A média é de R$15 a hora. E cada profissional faz sua carga", explica.
Sem saber ao certo quantas profissionais formou em três décadas, a instrutora assegura que escolheu a área certa. "Eu sempre gostei de ensinar. Nunca tive salão e tenho a maior satisfação quando vejo meus ex-alunos empregados, bem colocados no mercado e até abrindo o próprio negócio", afirma. Segundo a professora, o perfil de cada aluno varia, mas é essencial que goste de lidar com pessoas.
Entre as lições do curso, a professora que faz marcação na teoria e na prática destaca. "A aparência do profissional é importante. Precisa ter postura, passar confiança, entender que cada cliente é de um jeito. Uns são mais reservados, outros gostam de conversar e o cabelo de cada pessoa também é único." Por isso, entre as disciplinas os aprendizes estudam até Tricologia, para aprender sobre a estrutura, característica e tipo de cosmética que cada fio pode receber.
E para quem se interessou, Odete revela que o mercado está carente de professores. "Quando vemos alguém com perfil para ensinar, procuramos incentivar. É uma área promissora e eu mesma sou convidada para dar aula até fora do país." (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
O primeiro curso que fez foi promovido pela Prefeitura e na sequência veio o desejado certificado do Senac. "Fazer curso no Senac abre portas e também permite que o profissional, com conhecimento, negocie melhor suas comissões, que passam de 25 a 70%, quando há formação profissional", garante. No caso do instrutor, segundo Odete, o salário pode variar. "Recebemos por hora/aula. A média é de R$15 a hora. E cada profissional faz sua carga", explica.
Sem saber ao certo quantas profissionais formou em três décadas, a instrutora assegura que escolheu a área certa. "Eu sempre gostei de ensinar. Nunca tive salão e tenho a maior satisfação quando vejo meus ex-alunos empregados, bem colocados no mercado e até abrindo o próprio negócio", afirma. Segundo a professora, o perfil de cada aluno varia, mas é essencial que goste de lidar com pessoas.
Entre as lições do curso, a professora que faz marcação na teoria e na prática destaca. "A aparência do profissional é importante. Precisa ter postura, passar confiança, entender que cada cliente é de um jeito. Uns são mais reservados, outros gostam de conversar e o cabelo de cada pessoa também é único." Por isso, entre as disciplinas os aprendizes estudam até Tricologia, para aprender sobre a estrutura, característica e tipo de cosmética que cada fio pode receber.
E para quem se interessou, Odete revela que o mercado está carente de professores. "Quando vemos alguém com perfil para ensinar, procuramos incentivar. É uma área promissora e eu mesma sou convidada para dar aula até fora do país." (Walkiria Vieira/NOSSODIA)