A Corregedoria-Geral do Município de Londrina concluiu um processo administrativo relacionado a duas professoras acusadas de agredirem e ameaçarem psicologicamente uma criança de seis anos de idade, matriculada na época em que o caso ocorreu - início de 2015 - na Escola Municipal/CAIC Zumbi dos Palmares, no Parque Ouro Branco, zona sul de Londrina. A corregedoria optou por suspensões de 30 e 15 dias das duas profissionais.
De acordo com o corregedor-geral da Prefeitura de Londrina, Alexandre Trannin, não há mais oportunidade para recurso por parte das defesas. Segundo o processo, uma das professoras fez um vídeo "do garoto em um estado alterado". A outra docente, que na ocasião acumulava o cargo de diretora da instituição, interveio na situação e teria segurado o aluno.
Uma das profissionais, inclusive, teria proferido palavras como "o sangue de Jesus tem poder" à criança. "Ela também foi ameaçada de que seria exposta para toda a escola com a divulgação das filmagens", comentou Trannin. "Filmar e mostrar o aluno desse jeito não é uma conduta aceitável."
A professora responsável pelo vídeo foi punida com um mês de suspensão, enquanto a outra ré, que foi afastada da direção e não dá mais aulas na Zumbi dos Palmares, terá que cumprir 15 dias de suspensão. As duas não receberão salários durante o período de afastamento.
O advogado Júlio Ribeiro de Castro, que defende a professora, afirmou que não tem autorização da cliente para dar entrevistas. A reportagem tentou contato com escritório do advogado Roger Striker Trigueiros, responsável pela defesa da outra funcionária pública, mas não obteve retorno das ligações.
De acordo com o corregedor-geral da Prefeitura de Londrina, Alexandre Trannin, não há mais oportunidade para recurso por parte das defesas. Segundo o processo, uma das professoras fez um vídeo "do garoto em um estado alterado". A outra docente, que na ocasião acumulava o cargo de diretora da instituição, interveio na situação e teria segurado o aluno.
Uma das profissionais, inclusive, teria proferido palavras como "o sangue de Jesus tem poder" à criança. "Ela também foi ameaçada de que seria exposta para toda a escola com a divulgação das filmagens", comentou Trannin. "Filmar e mostrar o aluno desse jeito não é uma conduta aceitável."
A professora responsável pelo vídeo foi punida com um mês de suspensão, enquanto a outra ré, que foi afastada da direção e não dá mais aulas na Zumbi dos Palmares, terá que cumprir 15 dias de suspensão. As duas não receberão salários durante o período de afastamento.
O advogado Júlio Ribeiro de Castro, que defende a professora, afirmou que não tem autorização da cliente para dar entrevistas. A reportagem tentou contato com escritório do advogado Roger Striker Trigueiros, responsável pela defesa da outra funcionária pública, mas não obteve retorno das ligações.