O São Paulo foi até o estádio do Mineirão tentando reverter a vantagem de 2 a 0 do Cruzeiro, mas com a vitória por 2 a 1 acabou sendo eliminado precocemente na Copa do Brasil, apesar de tirar a invencibilidade do rival na temporada e mostrar grande poder de reação, na quarta-feira, em Belo Horizonte.
A postura do São Paulo não poderia ser outra e desde o começo o time se mostrou corajoso. Encarou o Cruzeiro com marcação forte, bom toque de bola e velocidade. O técnico Rogério Ceni apostou no estreante Morato no ataque, colocou Wesley e João Schmidt no meio e priorizou a manutenção da posse de bola.
O Cruzeiro, acuado, parecia irreconhecível, bem distante do time que até então não havia perdido um jogo sequer na temporada. O time do Morumbi abriu o placar aos 14 minutos. Morato recebeu na esquerda e cruzou para Lucas Pratto, que marcou de cabeça. A pressão continuou e o argentino ainda mandou uma bola no travessão.
No segundo tempo, o Cruzeiro melhorou. Foi então que veio a falha de Rodrigo Caio, que quis matar a bola com o peito, furou e teve de derrubar Arrascaeta na entrada da área. Viu o Cruzeiro empatar com Thiago Neves, que bateu a falta, a bola desviou na barreira e tirou o goleiro Renan Ribeiro da jogada.
O duelo ficou aberto e o São Paulo foi para o tudo ou nada. Rogério Ceni colocou Thomaz e Gilberto na equipe e os dois times passaram a atacar. No lançamento de Wesley, Rodrigo Caio mandou para a área de cabeça, a bola tocou em Maicon e sobrou para Gilberto, que marcou e colocou o clube tricolor em vantagem novamente. O gol deu esperança ao time do Morumbi, que pressionou, apertou, levou todos os jogadores para frente, mas não conseguiu o terceiro gol que daria classificação milagrosa para os paulistas na capital mineira.
A postura do São Paulo não poderia ser outra e desde o começo o time se mostrou corajoso. Encarou o Cruzeiro com marcação forte, bom toque de bola e velocidade. O técnico Rogério Ceni apostou no estreante Morato no ataque, colocou Wesley e João Schmidt no meio e priorizou a manutenção da posse de bola.
O Cruzeiro, acuado, parecia irreconhecível, bem distante do time que até então não havia perdido um jogo sequer na temporada. O time do Morumbi abriu o placar aos 14 minutos. Morato recebeu na esquerda e cruzou para Lucas Pratto, que marcou de cabeça. A pressão continuou e o argentino ainda mandou uma bola no travessão.
No segundo tempo, o Cruzeiro melhorou. Foi então que veio a falha de Rodrigo Caio, que quis matar a bola com o peito, furou e teve de derrubar Arrascaeta na entrada da área. Viu o Cruzeiro empatar com Thiago Neves, que bateu a falta, a bola desviou na barreira e tirou o goleiro Renan Ribeiro da jogada.
O duelo ficou aberto e o São Paulo foi para o tudo ou nada. Rogério Ceni colocou Thomaz e Gilberto na equipe e os dois times passaram a atacar. No lançamento de Wesley, Rodrigo Caio mandou para a área de cabeça, a bola tocou em Maicon e sobrou para Gilberto, que marcou e colocou o clube tricolor em vantagem novamente. O gol deu esperança ao time do Morumbi, que pressionou, apertou, levou todos os jogadores para frente, mas não conseguiu o terceiro gol que daria classificação milagrosa para os paulistas na capital mineira.