Notícias

Preso é obrigado a participar de suruba

22 jan 2015 às 08:35
A gente imagina que a rotina numa prisão de segurança máxima não deve ser nada fácil, que as regras são rígidas e que os presos são confrontados com as situações mais estressantes. Mas um prisioneiro que ficou detido na base americana de Guantánamo, em Cuba, revelou uma história dramática. Em um livro chamado "Diário de Guantánamo", que acaba de ser lançado na Europa, o preso Mohamedou Ould Slahi revela que foi coagido a fazer sexo grupal com duas interrogadoras americanas.
Slahi, que nasceu na Mauritânia foi detido em 2002, por suposta associação ao grupo terrorista Al-Qaeda durante o conflito entre forças soviéticas e afegãs entre os anos 1980 e 1990. Ele passou seis anos em Guantánamo e denuncia que viveu os dramas mais terríveis na prisão.
Em um certo dia, Slahi afirma que foi obrigado a fazer sexo com as duas interrogadoras. "Assim que me levantei, as duas tiraram as blusas e começaram a falar todo tipo de coisa suja que você possa imaginar. O que mais me machucou foi que elas me forçaram a participar de sexo a três da maneira mais degradante(...) Elas diziam coisas obscenas e brincavam com as minhas partes sexuais", escreveu o africano. (Redação/NOSSODIA)

Continue lendo