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PREJUÍZOS À ECONOMIA

03 jun 2018 às 21:23
Luiz Figueira, assessor executivo para projetos estratégicos da prefeitura de Londrina, entende que a cidade sofre há muito tempo com a demora da duplicação. "Os atrasos causam prejuízos à economia. Atrasa o desenvolvimento da cidade. Rodovias, aeroporto, deviam ser tratados com muito cuidado e com a devida importância", alerta. Da mesma maneira, o presidente da Amepar (Associação dos Municípios do Médio Paranapanema), Luiz Nicacio, alega que a Rodovia do Café é o grande corredor de acesso às cidades do Norte do Estado. "Todo o Norte paranaense necessita dessa obra". O presidente explica que a lentidão não atrapalha o andamento da economia, mas sim deixa de acelerá-la há anos. "A rodovia é o modal mais utilizado. Entendemos que deveria haver outros modais para o Norte do Estado, mas como é esse que nós temos, somos dependentes dessa via". Nicacio acredita que é necessário investimento para toda a infraestrutura do País "para que possamos avançar". A sociedade civil organizada também tem pressionado o governo pelas obras rodoviárias, postula Afrânio Brandão, presidente da SRP (Sociedade Rural do Paraná). Segundo Brandão, não só a Rodovia do Café, mas também a PR-445 precisa de desdobramentos. "Não temos nenhuma duplicação na PR-445, o escoamento da safra que sai de Londrina até Curitiba tem tido transtorno. (I.F)

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