Em raro cumprimento da agenda fora do gabinete desde que estourou a bomba das distorções na planta de valores do próprio condomínio residencial onde mora, na zona sul, e que motivaram investigação por parte do Ministério Público, o prefeito Marcelo Belinati participou nessa sexta-feira (23), pela manhã, de um evento na Unopar, campus Catuaí.
Em rápida entrevista à FOLHA ao sair do encontro, Belinati não quis comentar os termos de ajustamento de conduta que estão sendo firmados por ele com o MP – entre eles, a multa de aproximadamente R$ 130 mil em caráter pessoal "decorrente da omissão do prefeito de não tomar providências quanto a determinação de desmembramento de seu condomínio", como escreveram os promotores, sob pena de o prefeito responder a uma ação por improbidade administrativa.
Questionado sobre como avalia toda a polêmica relacionada à revisão da planta de valores – desde a reação contrária de boa parte da população com os reajustes no IPTU às investigações do MP –, Belinati se disse contente em provocar uma discussão que segundo ele foi protelada por mais de 15 anos.
"Eu vejo com muita alegria que Londrina está sendo rediscutida. É uma oportunidade única", afirmou. "Quando começamos a discutir a planta de valores, no ano passado, colocávamos que existiam inúmeros pontos que precisavam ser corrigidos: a pauta de valores, obras e chácaras irregulares. E à medida que os carnês de IPTU começaram a chegar surgiram novas irregularidades e questões que precisam ser corrigidas", afirmou. (Diego Prazeres/Grupo Folha).
Em rápida entrevista à FOLHA ao sair do encontro, Belinati não quis comentar os termos de ajustamento de conduta que estão sendo firmados por ele com o MP – entre eles, a multa de aproximadamente R$ 130 mil em caráter pessoal "decorrente da omissão do prefeito de não tomar providências quanto a determinação de desmembramento de seu condomínio", como escreveram os promotores, sob pena de o prefeito responder a uma ação por improbidade administrativa.
Questionado sobre como avalia toda a polêmica relacionada à revisão da planta de valores – desde a reação contrária de boa parte da população com os reajustes no IPTU às investigações do MP –, Belinati se disse contente em provocar uma discussão que segundo ele foi protelada por mais de 15 anos.
"Eu vejo com muita alegria que Londrina está sendo rediscutida. É uma oportunidade única", afirmou. "Quando começamos a discutir a planta de valores, no ano passado, colocávamos que existiam inúmeros pontos que precisavam ser corrigidos: a pauta de valores, obras e chácaras irregulares. E à medida que os carnês de IPTU começaram a chegar surgiram novas irregularidades e questões que precisam ser corrigidas", afirmou. (Diego Prazeres/Grupo Folha).