Dois casos de violação de túmulos e suspeita de necrofilia - abuso de cadáveres - assustaram a população e intrigam investigadores da Polícia Civil e duas das mais importantes cidades do Noroeste do Paraná. Nos últimos meses, pelo menos dois casos do tipo foram registrados em Paranavaí e Umuarama. Ao todo, seis sepulturas foram violadas. O número de ataques, no entanto, pode ser ainda maior, uma vez que nem sempre a família registra a ocorrência.
O primeiro caso ocorreu em Paranavaí, no início de maio, quando o corpo de uma professora, que morreu de câncer, foi encontrado fora do túmulo no dia seguinte ao sepultamento. Poucos dias depois, dois ataques num intervalo de 15 dias deixaram cinco corpos expostos, um deles o de uma mulher nua, em Umuarama. Policiais aguardam a divulgação de resultados de exames feitos pelo Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba para confirmar se houve abuso sexual dos cadáveres em ambos os casos.
Em Paranavaí, quatro suspeitos foram interrogados, mas negaram participação no crime e acabaram liberados. Em Umuarama, a Polícia segue em busca de pistas. "Não é qualquer pessoa que vai fazer isso, trata-se de um perfil exclusivo, alguém com algum retardo mental. Nós estamos trabalhando para descobrir. Não descartamos a participação de mais uma pessoa nos dois casos", aponta o superintendente da 7ª Subdivisão Policial de Umuarama, Antônio Carlos Borges.
O primeiro caso ocorreu em Paranavaí, no início de maio, quando o corpo de uma professora, que morreu de câncer, foi encontrado fora do túmulo no dia seguinte ao sepultamento. Poucos dias depois, dois ataques num intervalo de 15 dias deixaram cinco corpos expostos, um deles o de uma mulher nua, em Umuarama. Policiais aguardam a divulgação de resultados de exames feitos pelo Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba para confirmar se houve abuso sexual dos cadáveres em ambos os casos.
Em Paranavaí, quatro suspeitos foram interrogados, mas negaram participação no crime e acabaram liberados. Em Umuarama, a Polícia segue em busca de pistas. "Não é qualquer pessoa que vai fazer isso, trata-se de um perfil exclusivo, alguém com algum retardo mental. Nós estamos trabalhando para descobrir. Não descartamos a participação de mais uma pessoa nos dois casos", aponta o superintendente da 7ª Subdivisão Policial de Umuarama, Antônio Carlos Borges.