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PRATA E BRONZE - Domingo ‘brilhante’ na ginástica

14 ago 2016 às 23:07

O Brasil deu show na final do solo e garantiu dobradinha na ginástica artística com as medalhas de prata e bronze nos Jogos Olímpicos do Rio. Aos 30 anos, Diego Hypolito conseguiu superar as quedas do passado e, enfim, conquistou a tão sonhada medalha olímpica com o segundo lugar. Estreante, Arthur Nory Mariano veio logo atrás e surpreendeu, até ele parecia não acreditar no resultado deste domingo, na Arena Olímpica do Rio. A torcida vibrou junto com os brasileiros e festejou a cada erro dos adversários. O ouro ficou com o britânico Max Whitlock.
Diego Hypolito fez uma apresentação consistente, voou o mais alto que pôde e fez bonito. Ainda sem saber a nota, deixou o tablado em êxtase. O abraço no técnico Marcos Goto foi fruto de muita gratidão por reencontrar o alto nível. Vibrou e muito, teve o nome gritado pelas arquibancadas. No entanto, esperava pontuação maior do que 15,533 e teve de aguardar o resultado.
O japonês Kohei Uchimura já tinha ficado para trás após sofrer uma penalidade e totalizar 15,241. A ponta durou menos do que ele gostaria, Diego foi logo ultrapassado pelo britânico Max Whitlock por apenas um décimo (15,633). O coração continuou batendo forte até o fim. Foi então a vez de outro brasileiro entrar em cena. Nory executou sua série sem falhas e anotou 15,433.
O norte-americano Jacob Dalton era uma grande ameaça, mas falhou, assim como o japonês Kenzo Shirai. O campeão mundial no aparelho sofreu uma queda e ficou atrás dos líderes, em 4º lugar (15,366). O último a entrar no tablado foi Sam Mikulak, dos Estados Unidos. O ginasta, que havia se classificado em primeiro lugar, não segurou a pressão e foi o último colocado entre os oito finalistas, com a pior nota (14,133). (Agência Estado)


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