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Postes começam a mudar de lugar

06 nov 2014 às 08:15
Sobrou para a Prefeitura de Londrina pagar a conta de R$ 500 mil para a Copel fazer a retirada dos 50 postes do "meio" da avenida Angelina Ricci Vezozzo (Zona Norte) para a lateral da via e iluminar o trecho. A pista, uma importante ligação entre as avenida Brasília e Saul Elkind, está sendo duplicada e as estruturas acabaram ficando onde não deviam. Após sete meses de impasse, a Secretaria de Obras fechou contrato com a Copel e vai bancar os custos extras.
A companhia de energia começou a mudar os postes de lugar na última segunda e tem 40 dias para terminar os serviços. Enquanto eletricistas trabalham próximo à Saul Elkind, com a nova rede, operários fazem a retirada dos postes antigos no sentido contrário, na região do Ribeirão Quati.
O secretário de Obras, Walmir Matos, informou que a demora em fechar o contrato com a Copel não deve implicar em atrasos no prazo final da duplicação - 330 dias, contados a partir de junho deste ano. "Pelo cronograma das obras, o trabalho inicial está mais concentrado nas pontes dos ribeirões Quati e Lindóia. Os operários estavam trabalhando em outras frentes, então não teremos atrasos", garantiu. O investimento total na duplicação será de R$ 6,4 milhões, com recursos do Ministério das Cidades e contrapartida de R$ 587 mil da Prefeitura. (Celso Felizardo/Folha de Londrina)

Alívio para os caminhoneiros
Como a avenida abriga duas das maiores indústrias de Londrina, a Dixie Toga e a Atlas, fabricantes de embalagens plásticas e elevadores, respectivamente, o tráfego de caminhões é pesado. E os caminhoneiros que transitam por lá todos os dias não veem a hora de rodar na pista duplicada. "É muito movimento para pouca pista. Quem tem carro pequeno ou moto reclama dos caminhões, mas a culpa não é nossa, precisamos trabalhar", justificou o caminhoneiro José Eurico Serafim de Campos, de 53 anos.
Já para o caminhoneiro Aleixo Max Mazzaquatro, 28, que transporta carga pesada para as indústrias, apenas a duplicação não basta. "Tem que nivelar a pista já existente. Tenho colega que quase tombou o caminhão. Isso sem contar incidentes como a carga tombar na carroceria", comentou. (C.F.)

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