Em uma volta rápida por Londrina, é comum encontrar pessoas comercializando cigarros contrabandeados do Paraguai em vias públicas. Nas esquinas, canteiros e próximos de rotatórias, os vendedores mantêm um padrão, com uma mesa baixa em que deixam alguns maços expostos. Os principais pontos estão concentrados na zona norte e região central, com os produtos vendidos a preços bem abaixo dos praticados no mercado legal.
Sem se identificar, a reportagem foi até um destes pontos. Aparentando ter mais de 50 anos, o homem comercializava no centro da cidade, junto com os cigarros, DVDs piratas. Questionado sobre o fornecedor da mercadoria, ele afirmou que são vários os responsáveis. Os ganhos também são numerosos. "Eu compro o pacote por R$ 17 e consigo vender por R$ 25. Já o maço do cigarro chego a ganhar entre R$ 0,70 e R$ 0,80, se eu cobrar R$ 3", relatou. O Ministério da Fazenda fixou o preço mínimo para a comercialização de R$ 5 o maço. Os produtos que estiverem fora deste padrão monetário são considerados ilegais.
Percorrendo todas as regiões do município, é possível notar que a grande maioria dos vendedores são homens, sendo uma parte composta por jovens e outra por idosos. Algumas mulheres, porém, são vistas. Os cigarros variam sempre entre quatro marcas, todas do Paraguai, país em que não há fiscalização quanto à qualidade do produto e que serve como ponto de partida de grande parte da carga de contrabando que vem para o Brasil. Outros produtos ainda são comercializados em alguns pontos, como frutas.
Para o diretor da ABCF (Associação Brasileira de Combate à Falsificação), Rodolpho Ramazzin, o fato de Londrina ser uma importante rota de passagem para estados do Centro-Oeste e Sudeste contribui para que os cigarros tenham maior circulação. "Londrina é um entrocamento por onde essas cargas passam, em especial para São Paulo, que é o maior mercado consumidor do País. Isso faz com que parte delas fique na cidade."
A associação mapeou recentemente mais de cem pontos de venda de cigarros contrabandeados na cidade. Somente na avenida Saul Elkind, na zona norte, existe, em média, um vendedor a cada 700 metros. Na área central, os principais locais estão no entorno do Terminal Central e da rua Minas Gerais. A incidência é menor nos bairros da zona oeste e sul, ao contrário da leste, em que é possível encontrar este tipo de venda com mais facilidade. Os distritos rurais também possuem comércio ilegal do produto nas ruas.
Sem se identificar, a reportagem foi até um destes pontos. Aparentando ter mais de 50 anos, o homem comercializava no centro da cidade, junto com os cigarros, DVDs piratas. Questionado sobre o fornecedor da mercadoria, ele afirmou que são vários os responsáveis. Os ganhos também são numerosos. "Eu compro o pacote por R$ 17 e consigo vender por R$ 25. Já o maço do cigarro chego a ganhar entre R$ 0,70 e R$ 0,80, se eu cobrar R$ 3", relatou. O Ministério da Fazenda fixou o preço mínimo para a comercialização de R$ 5 o maço. Os produtos que estiverem fora deste padrão monetário são considerados ilegais.
Percorrendo todas as regiões do município, é possível notar que a grande maioria dos vendedores são homens, sendo uma parte composta por jovens e outra por idosos. Algumas mulheres, porém, são vistas. Os cigarros variam sempre entre quatro marcas, todas do Paraguai, país em que não há fiscalização quanto à qualidade do produto e que serve como ponto de partida de grande parte da carga de contrabando que vem para o Brasil. Outros produtos ainda são comercializados em alguns pontos, como frutas.
Para o diretor da ABCF (Associação Brasileira de Combate à Falsificação), Rodolpho Ramazzin, o fato de Londrina ser uma importante rota de passagem para estados do Centro-Oeste e Sudeste contribui para que os cigarros tenham maior circulação. "Londrina é um entrocamento por onde essas cargas passam, em especial para São Paulo, que é o maior mercado consumidor do País. Isso faz com que parte delas fique na cidade."
A associação mapeou recentemente mais de cem pontos de venda de cigarros contrabandeados na cidade. Somente na avenida Saul Elkind, na zona norte, existe, em média, um vendedor a cada 700 metros. Na área central, os principais locais estão no entorno do Terminal Central e da rua Minas Gerais. A incidência é menor nos bairros da zona oeste e sul, ao contrário da leste, em que é possível encontrar este tipo de venda com mais facilidade. Os distritos rurais também possuem comércio ilegal do produto nas ruas.