Uma operação da Polícia Federal acabou com um esquema de fraude em concurso público da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Na última terça, foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão nas cidades mineiras de Governador Valadares, Juiz de Fora e Belo Horizonte, e em Brasília (DF). Foram cumpridos também dois mandados de afastamento da função pública e apreendidos computadores, HDs, documentos e celulares.
De acordo com a PF, a fraude ocorreu em concurso público feito entre fevereiro e junho deste ano, de edital 12/2014. Parentes e pessoas próximas a servidores da instituição e secretários de governo de Governador Valadares são suspeitos de terem sido beneficiados na seleção. Segundo a PF, são 11 os candidatos suspeitos até o momento.
"Pessoas muito próximas a secretários e servidores tiveram notas que destoavam dos demais, e eram muito próximas à nota máxima. Analisando as provas, verificamos que eles não tiveram o raciocínio necessário para desenvolver as questões, não tinham histórico de aprovação em outros concursos e fizeram a prova muito depressa", disse Cristiano Campidelli, delegado responsável pela operação e chefe da Delegacia de Governador Valadares.
Em nota, a UFJF informou que está contribuindo com a investigação e que forneceu "todos os documentos e informações solicitados". (Agência Brasil)
De acordo com a PF, a fraude ocorreu em concurso público feito entre fevereiro e junho deste ano, de edital 12/2014. Parentes e pessoas próximas a servidores da instituição e secretários de governo de Governador Valadares são suspeitos de terem sido beneficiados na seleção. Segundo a PF, são 11 os candidatos suspeitos até o momento.
"Pessoas muito próximas a secretários e servidores tiveram notas que destoavam dos demais, e eram muito próximas à nota máxima. Analisando as provas, verificamos que eles não tiveram o raciocínio necessário para desenvolver as questões, não tinham histórico de aprovação em outros concursos e fizeram a prova muito depressa", disse Cristiano Campidelli, delegado responsável pela operação e chefe da Delegacia de Governador Valadares.
Em nota, a UFJF informou que está contribuindo com a investigação e que forneceu "todos os documentos e informações solicitados". (Agência Brasil)