A avenida Saul Elkind é o principal eixo de desenvolvimento da zona norte de Londrina, mas ultimamente tem chamado a atenção pelos graves acidentes de trânsito. Segundo dados divulgados recentemente pela CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), das 42 mortes registradas no primeiro semestre de 2017, seis foram na Saul Elkind. É a via da cidade, sob responsabilidade da CMTU, que mais teve acidentes com vítimas fatais.
Desses acidentes, três aconteceram no perímetro rural da via, no trecho conhecido estrada da Perobinha, no sentido Londrina-Cambé, que possui pista simples e um fluxo grande de veículos pesados. Nessa localidade foram registradas uma colisão entre carro e moto, duas entre dois carros e um choque com anteparo. Segundo o vigilante Marcos Tomaz de Oliveira, que transita na região com frequência, o problema mais grave é que a pista é utilizada para rachas, principalmente nos fins de semana. "Sempre acontece de um motorista que não possui nenhuma relação com esses rachas ter de desviar dos veículos que disputam essas corridas", declara.
Por possuir pista simples e também sem acostamento, esse prolongamento da Saul Elkind gera mais riscos que a parte urbana da via, que é duplicada. Quando o motorista precisa parar por qualquer motivo, por não haver acostamento, os veículos precisam invadir a faixa de rolamento dos veículos que circulam no sentido contrário.
Na opinião de moradores, o acesso ao residencial Vista Bela também precisa de um semáforo para disciplinar o fluxo de veículos no local. No entanto, mesmo com a demanda da população, a CMTU encontra uma dificuldade a mais para a instalação de um semáforo. Na entrada do Jardim São Jorge, por exemplo, o equipamento foi danificado a tiros e uma equipe da companhia que tentou fazer o conserto foi ameaçada por pessoas que passaram por lá. "Não temos como fazer o enfrentamento. Um equipamento desses custa entre R$ 30 mil e R$ 40 mil e não podemos instalar onde milícias e facções não permitem, embora haja demanda no local. O bom morador acaba pagando pelo mau. A CPU do equipamento está conosco e estamos estudando implantar o equipamento em outro ponto da mesma via", declara o diretor de Trânsito da CMTU, Hemerson Pacheco.
O diretor da CMTU ressalta que em breve deve implantar um pacote de melhoria da sinalização no local, em projeto elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina. (Vítor Ogawa / Grupo Folha)
Desses acidentes, três aconteceram no perímetro rural da via, no trecho conhecido estrada da Perobinha, no sentido Londrina-Cambé, que possui pista simples e um fluxo grande de veículos pesados. Nessa localidade foram registradas uma colisão entre carro e moto, duas entre dois carros e um choque com anteparo. Segundo o vigilante Marcos Tomaz de Oliveira, que transita na região com frequência, o problema mais grave é que a pista é utilizada para rachas, principalmente nos fins de semana. "Sempre acontece de um motorista que não possui nenhuma relação com esses rachas ter de desviar dos veículos que disputam essas corridas", declara.
Por possuir pista simples e também sem acostamento, esse prolongamento da Saul Elkind gera mais riscos que a parte urbana da via, que é duplicada. Quando o motorista precisa parar por qualquer motivo, por não haver acostamento, os veículos precisam invadir a faixa de rolamento dos veículos que circulam no sentido contrário.
Na opinião de moradores, o acesso ao residencial Vista Bela também precisa de um semáforo para disciplinar o fluxo de veículos no local. No entanto, mesmo com a demanda da população, a CMTU encontra uma dificuldade a mais para a instalação de um semáforo. Na entrada do Jardim São Jorge, por exemplo, o equipamento foi danificado a tiros e uma equipe da companhia que tentou fazer o conserto foi ameaçada por pessoas que passaram por lá. "Não temos como fazer o enfrentamento. Um equipamento desses custa entre R$ 30 mil e R$ 40 mil e não podemos instalar onde milícias e facções não permitem, embora haja demanda no local. O bom morador acaba pagando pelo mau. A CPU do equipamento está conosco e estamos estudando implantar o equipamento em outro ponto da mesma via", declara o diretor de Trânsito da CMTU, Hemerson Pacheco.
O diretor da CMTU ressalta que em breve deve implantar um pacote de melhoria da sinalização no local, em projeto elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina. (Vítor Ogawa / Grupo Folha)