Quando os postinhos de iluminação do entorno da Praça Primeiro de Maio e Correios, no Centro de Londrina, foram retirados, não se imaginava que além da iluminação precária um outro problema seria enfrentado por quem passa por essas vias – rua Piauí, avenida Rio de Janeiro, rua Maestro Egídio do Amaral e rua Senador Souza Naves. É que na retirada dos postes, grandes parafusos ficaram para atrás e se tornaram um risco à população, dada à evidente saliência. Do ponto de vista da trabalhadora Anita Goulart, moradora da Vila Nova, o risco é um fato. "Ainda mais para pessoas como eu, que não têm o costume de passar aqui com frequência. Muito perigoso mesmo", reflete.
A sequência de parafusos chamou a atenção do profissional de serviços gerais Olívio Barreto. Após concluir um trabalho em uma empresa na Souza Naves, tomou a iniciativa de rebaixar alguns parafusos e reduzir o risco para quem está a caminho de um passeio ou do trabalho e pode se acidentar. De acordo com a empresa que o contratou, ele tomou a iniciativa pois ficou impressionado com o desleixo em um local onde passam principalmente muitos idosos diariamente, pois há serviços de saúde, óticas e muitas farmácias nas proximidades. A reportagem do NOSSODIA também informou à gerencia de iluminação da Prefeitura de Londrina sobre o fato de a Praça Primeiro de Maio estar no escuro desde 17 de dezembro de 2017, conforme protocolo 100.305/14. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)

Resposta
De acordo com o gerente de Iluminação Pública da Prefeitura de Londrina, engenheiro Fábio Prado, a retirada dos postes de iluminação ornamental foi realizada pela Sercomtel Iluminação em comum acordo com as secretarias municipais de Obras e Cultura. "Os postes ali instalados eram constantemente vandalizados, além de problemas de furtos de cabos e outros componentes da iluminação, devido às suas características. Desta forma, a Sercomtel substituiu a iluminação viária das ruas do entorno por lâmpadas de maior potência, para compensar a perda com a retirada. Não tinha conhecimento que os superpostes estão apagados, encaminhei o pedido de manutenção dos mesmos e de retirada de parafusos remanescentes ao responsável pela Sercomtel Iluminação", afirmou. Sobre a revitalização da Praça, a gerência não passou informações. (W.V.)
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Após reclamação, lixo é recolhido
O hábito de separar o lixo orgânico e o reciclável é uma regra da qual a nutricionista e empresária do ramo alimentício Isabella Carneiro Ferreira não não abre mão. Em casa e no trabalho, ele cultiva a prática e todas as suas funcionárias sabem de cor a lição. Entretanto, o não recolhimento dos sacos verdes – onde estão acondicionados os materiais recicláveis, tem incomodado a nutricionista. Desde que inauguramos o restaurante, no dia 21 de dezembro, só foi recolhido uma vez. Chegou ao ponto de os moradores reclamarem e foi então que decidimos entrar em contato com a CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização) e só então foi feita a coleta.
Aliviada, a nutricionista considera imprescindível saber o dia correto em que a empresa faz a retirada – por organização e higiene. "Para que o restaurante começasse a funcionar, foram inúmeras exigências e procuramos fazer até mais do que se exige e o que depende do poder público também deve ser feito", reflete. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)

Resposta da CMTU
A assessoria de imprensa da CMTU informou que neste endereço a coleta é feita metade na segunda-feira e outra metade na terça. "Neste ponto, o trabalho é realizado pela cooperativa Cooopernorth." O telefone da Cooperativa é (43) 3379-7900/3379-7946. Funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. "Nos casos de grandes geradores, é necessário entrar em contato com a Cooperativa, pois esse é um serviço que exige remuneração", esclarece. No site da CMTU (www.cmtuld.com.br), é possível se informar sobre quais dias a coleta tanto de lixo orgânico como do reciclável é feita em todo o município. A CMTU lembra que participar da coleta seletiva é um exercício de cidadania. Você contribui para dar destino correto aos resíduos recicláveis e possibilita a geração de trabalho e renda para os catadores, além de manter a cidade limpa. Para mais informações: 3379-7900.