Familiares de Rodrigo Muxfeldt Gularte, o paranaense que foi condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas, estão tentando transferi-lo da penitenciária para um hospital psiquiátrico. No último fim de semana, a prima dele, Angelita Muxfeldt, viajou para Jacarta, capital daquele país, para tentar conseguir autorização do governo indonésio para a internação. Segundo os familiares , o rapaz está sofrendo de esquizofrenia.
Com ajuda do Itamaraty, Rodrigo passou por tratamento psicológico e laudos médicos teriam confirmado a doença. Conseguir a internação será importante para evitar a execução da pena de Rodrigo. A previsão das autoridades da Indonésia é que ele seja fuzilado em fevereiro.
Recentemente, a irmã mais velha de Rodrigo, Adriana Gularte, mandou uma carta à Anistia Internacional pedindo ajuda.
Na sexta, antes do brasileiro Marco Archer ser fuzilado, a seccional do Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota contra a execução dos dois brasileiros detidos na Indonésia, assinada pelo presidente Juliano Breda e outros três membros da entidade. A entidade lembrou que a "pena de morte é uma violação aos direitos humanos, atentando contra princípios básicos de dignidade, como o direito à vida e a proibição de punições cruéis, desumanas e degradantes. É considerada assim em quatro tratados internacionais e pela Assembleia Geral da ONU, que desde 2007 advoga moratória global em execuções". (Adriana De Cunto/Folha de Londrina)
Com ajuda do Itamaraty, Rodrigo passou por tratamento psicológico e laudos médicos teriam confirmado a doença. Conseguir a internação será importante para evitar a execução da pena de Rodrigo. A previsão das autoridades da Indonésia é que ele seja fuzilado em fevereiro.
Recentemente, a irmã mais velha de Rodrigo, Adriana Gularte, mandou uma carta à Anistia Internacional pedindo ajuda.
Na sexta, antes do brasileiro Marco Archer ser fuzilado, a seccional do Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota contra a execução dos dois brasileiros detidos na Indonésia, assinada pelo presidente Juliano Breda e outros três membros da entidade. A entidade lembrou que a "pena de morte é uma violação aos direitos humanos, atentando contra princípios básicos de dignidade, como o direito à vida e a proibição de punições cruéis, desumanas e degradantes. É considerada assim em quatro tratados internacionais e pela Assembleia Geral da ONU, que desde 2007 advoga moratória global em execuções". (Adriana De Cunto/Folha de Londrina)