Quando a Prefeitura de Londrina decidiu retirar os quiosques do Calçadão, em 2010, muita gente reclamou dizendo que eles fariam falta. Sete anos depois, o retorno desse tipo de comércio para o centro financeiro e de comércio de rua da cidade comprova que havia mesmo uma demanda reprimida. O café foi aberto na terça-feira, a floricultura começou a funcionar na quarta e o movimento não decepcionou os comerciantes. No café, que além da bebida tradicional vende também sucos, salgados, doces, vitaminas e sorvetes, o entra e sai de clientes foi intenso nos dois primeiros dias. Na floricultura o movimento foi menor, mas muitas pessoas passaram para conhecer o local e aprovaram a novidade.
"Moro aqui há quatro anos, mas antes de me mudar eu vinha visitar meu filho e nas manhãs de sábado o Calçadão era o local de encontro da família. A gente combinava de se encontrar aqui para tomar um lanche porque é um lugar prazeroso. Os quiosques dão vida ao Calçadão e ainda ajudam a trazer mais gente para o comércio", disse a aposentada Vera Lucia Rodrigues de Souza, que passou pela floricultura na manhã de quarta-feira para conhecer o local.
A Floricultura Violin já existe em Cambé (Região Metropolitana de Londrina) há 12 anos e o quiosque no Calçadão é a primeira unidade a ser aberta em Londrina. Passadas as primeiras duas horas de funcionamento, o proprietário, Guilherme Violin, demonstrava estar animado com as boas perspectivas de negócios. "Querendo ou não, é uma novidade e o pessoal já está vindo. Estávamos ansiosos com o início das atividades", comentou. Além de flores avulsas, vasos e buquês, a floricultura também vai oferecer serviço de decoração para festas. Para explorar o local, a floricultura paga aluguel de R$ 1,5 mil mensais à Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).
"Moro aqui há quatro anos, mas antes de me mudar eu vinha visitar meu filho e nas manhãs de sábado o Calçadão era o local de encontro da família. A gente combinava de se encontrar aqui para tomar um lanche porque é um lugar prazeroso. Os quiosques dão vida ao Calçadão e ainda ajudam a trazer mais gente para o comércio", disse a aposentada Vera Lucia Rodrigues de Souza, que passou pela floricultura na manhã de quarta-feira para conhecer o local.
A Floricultura Violin já existe em Cambé (Região Metropolitana de Londrina) há 12 anos e o quiosque no Calçadão é a primeira unidade a ser aberta em Londrina. Passadas as primeiras duas horas de funcionamento, o proprietário, Guilherme Violin, demonstrava estar animado com as boas perspectivas de negócios. "Querendo ou não, é uma novidade e o pessoal já está vindo. Estávamos ansiosos com o início das atividades", comentou. Além de flores avulsas, vasos e buquês, a floricultura também vai oferecer serviço de decoração para festas. Para explorar o local, a floricultura paga aluguel de R$ 1,5 mil mensais à Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).
Povo do Calçadão agradece
Proprietário do café Estação Gente Boa, Cesar Santos de Souza também está animado com o movimento. No dia da inauguração, de muito calor, foram vendidos muitos sucos, vitaminas, sorvete italiano e, claro, o café coado, o campeão na preferência dos clientes. "Tem muitos moradores da região e funcionários do comércio vindo aqui. O pico de clientes é antes da abertura das lojas, na hora do almoço e no final da tarde. O movimento está dentro do esperado. O local tem muita visibilidade", disse.
O nome do café é uma homenagem ao sogro de Souza, que durante muitos anos vendeu salgados em um trailer que ficava estacionado na esquina das ruas Minas Gerais com Maranhão e costumava chamar os fregueses de "gente boa". Para explorar o ponto, o proprietário paga aluguel de R$ 6,6 mil à CMTU.
Funcionário de uma loja de móveis no Calçadão, o promotor de Vendas Vinícius Salles aprovou o novo comércio. "É legal, mais perto se a gente quiser pegar uma coisa rápida, fazer um lanche. Não tinha nada tão perto assim. E o preço está legal", comentou. "Gostei de ter o café aqui de novo. Vou vir sempre", disse a operadora de máquina Izabel Barbosa.
Os quiosques funcionam das 8 às 18 horas de segunda a sexta-feira e aos sábados, até às 13 horas, exceto os dois primeiros sábados do mês, quando o comércio funciona em horário estendido, até às 18 horas.
Para quem não gostou da aparência dos quiosques, considerada "muito apagada" por alguns, a boa notícia é que a CMTU autorizou mudanças na fachada. Os comerciantes poderão colocar adesivos e fazer algumas outras pequenas intervenções. "Os proprietários poderão colar adesivos com imagens de flores e café, por exemplo, e pode ser feita a pintura, mas não pode mexer na estrutura do quiosque", explicou o arquiteto e fiscal de Contrato da CMTU, Alex Vieira. (S.S.)
Proprietário do café Estação Gente Boa, Cesar Santos de Souza também está animado com o movimento. No dia da inauguração, de muito calor, foram vendidos muitos sucos, vitaminas, sorvete italiano e, claro, o café coado, o campeão na preferência dos clientes. "Tem muitos moradores da região e funcionários do comércio vindo aqui. O pico de clientes é antes da abertura das lojas, na hora do almoço e no final da tarde. O movimento está dentro do esperado. O local tem muita visibilidade", disse.
O nome do café é uma homenagem ao sogro de Souza, que durante muitos anos vendeu salgados em um trailer que ficava estacionado na esquina das ruas Minas Gerais com Maranhão e costumava chamar os fregueses de "gente boa". Para explorar o ponto, o proprietário paga aluguel de R$ 6,6 mil à CMTU.
Funcionário de uma loja de móveis no Calçadão, o promotor de Vendas Vinícius Salles aprovou o novo comércio. "É legal, mais perto se a gente quiser pegar uma coisa rápida, fazer um lanche. Não tinha nada tão perto assim. E o preço está legal", comentou. "Gostei de ter o café aqui de novo. Vou vir sempre", disse a operadora de máquina Izabel Barbosa.
Os quiosques funcionam das 8 às 18 horas de segunda a sexta-feira e aos sábados, até às 13 horas, exceto os dois primeiros sábados do mês, quando o comércio funciona em horário estendido, até às 18 horas.
Para quem não gostou da aparência dos quiosques, considerada "muito apagada" por alguns, a boa notícia é que a CMTU autorizou mudanças na fachada. Os comerciantes poderão colocar adesivos e fazer algumas outras pequenas intervenções. "Os proprietários poderão colar adesivos com imagens de flores e café, por exemplo, e pode ser feita a pintura, mas não pode mexer na estrutura do quiosque", explicou o arquiteto e fiscal de Contrato da CMTU, Alex Vieira. (S.S.)
BANCA
Além da floricultura e do café, uma banca de jornais e revistas também deve ser inaugurada no Calçadão, próximo à Rua Minas Gerais. A CMTU teve dificuldade para atrair interessados para participar da concorrência e só conseguiu concluir o processo licitatório após permitir que o espaço comercializasse também alimentos. O contrato foi assinado em dezembro e o prazo para a estrutura começar a funcionar é de 180 dias. (S.S.)
Além da floricultura e do café, uma banca de jornais e revistas também deve ser inaugurada no Calçadão, próximo à Rua Minas Gerais. A CMTU teve dificuldade para atrair interessados para participar da concorrência e só conseguiu concluir o processo licitatório após permitir que o espaço comercializasse também alimentos. O contrato foi assinado em dezembro e o prazo para a estrutura começar a funcionar é de 180 dias. (S.S.)