Quem aguarda com ansiedade a autorização da Justiça é o detento Celso Pinheiro do Nascimento, de 32 anos, aprovado no curso de Direito da UEL. O apenado já havia sido aprovado no ano passado em Educação Física, mas não teve autorização para frequentar as aulas.
Ele foi condenado em 2007 a 20 anos e seis meses de prisão por latrocínio – roubo seguido de morte. Após dois anos preso, resolveu voltar a estudar. "Conclui que a educação seria a melhor maneira para eu me ressocializar", disse.
Segundo o detento, a proibição de cursar a faculdade no ano passado gerou uma "certa frustração", mas que jamais pensou em desistir. Ele disse estar preparado situações constrangedoras ou preconceituosa na faculdade e garante que é possível mudar de vida. "Qualquer um pode. Não é fácil, nem rápido, mas com esforço e vontade se chega lá." Casado há 14 anos, ele já sabe o presente que quer dar ao filho de 8 anos. "Na minha família ninguém tem curso superior e sei que concluindo a faculdade vou incentivar meu filho a cursar uma também. Este é o legado que quero deixar para ele." (L.F.)
Ele foi condenado em 2007 a 20 anos e seis meses de prisão por latrocínio – roubo seguido de morte. Após dois anos preso, resolveu voltar a estudar. "Conclui que a educação seria a melhor maneira para eu me ressocializar", disse.
Segundo o detento, a proibição de cursar a faculdade no ano passado gerou uma "certa frustração", mas que jamais pensou em desistir. Ele disse estar preparado situações constrangedoras ou preconceituosa na faculdade e garante que é possível mudar de vida. "Qualquer um pode. Não é fácil, nem rápido, mas com esforço e vontade se chega lá." Casado há 14 anos, ele já sabe o presente que quer dar ao filho de 8 anos. "Na minha família ninguém tem curso superior e sei que concluindo a faculdade vou incentivar meu filho a cursar uma também. Este é o legado que quero deixar para ele." (L.F.)