A noite de 5 de dezembro de 2013 provocou uma reviravolta na vida do casal Fabiana Helena Diman dos Reis, 36 anos, e Marcos Roberto dos Reis, 43. "Meu marido vinha do trabalho para casa de moto quando uma árvore caiu bem em cima dele na avenida Lúcia Helena Gonçalves Vianna, na Zona Norte. Com a moto não aconteceu nada, mas assim que cheguei ao hospital o médico já me disse que ele estava tetraplégico e que o caso era gravíssimo", recorda a esposa.
De lá pra cá, foram 78 dias de internamento na UTI, 12 horas de cirurgia e uma série de infecções. Fabiana precisou parar de trabalhar como vendedora numa loja de brinquedos. E esse foi apenas um capítulo das muitas batalhas que enfrentou durante a internação do marido, quando tinha que se dividir entre o hospital e os cuidados com os filhos de 17, 13 e 5 anos. "Eu sempre tive muita fé. No aniversário dele, em janeiro, levei bolo, cantamos parabéns e eu sabia que iria levá-lo para casa com vida", afirma.
Agora já em casa, a esposa é também enfermeira, ouvinte e amiga em tempo integral. "O Marcos precisa da gente até para enxugar uma lágrima, secar o suor, comer e beber porque não tem os movimentos dos braços. Ele quebrou o pescoço e ter sobrevivido é um milagre", comenta. Por conta disso, a casa precisou de adaptações. O quarto, por exemplo, teve que ser reformado para acomodar a cama onde ele fica.
Sem condições de bancar o aluguel, por causa dos gastos com remédios, materiais de limpeza e higiene e as idas ao médico, a família se mudou para casa de um irmão de Marcos. "Ele que sempre se desdobrou para poder comprar uma casa, agora debilitado, mas em plena consciência, fica sem poder fazer nada e muito preocupado", explica. A rotina produtiva do pai de família deu lugar a uma luta pela vida. "Eu não gosto nem de parar muito parar pensar, mas sei que Deus tem um propósito para tudo. Eu procuro ser forte, sou pra cima e não deixo meus filhos caírem, não", garante Fabiana.
E Fabiana não regula elogios ao marido, que conheceu ainda na adolescência. "Morávamos no mesmo bairro, nos conhecemos quando eu tinha 13 anos, namoramos e temos 19 anos de casados", orgulha-se. "O Marcos sempre foi um marido muito bom, tinha dois empregos e é por tudo o que vivemos, e por Deus, que estou tendo forças para cuidar dele." (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
De lá pra cá, foram 78 dias de internamento na UTI, 12 horas de cirurgia e uma série de infecções. Fabiana precisou parar de trabalhar como vendedora numa loja de brinquedos. E esse foi apenas um capítulo das muitas batalhas que enfrentou durante a internação do marido, quando tinha que se dividir entre o hospital e os cuidados com os filhos de 17, 13 e 5 anos. "Eu sempre tive muita fé. No aniversário dele, em janeiro, levei bolo, cantamos parabéns e eu sabia que iria levá-lo para casa com vida", afirma.
Agora já em casa, a esposa é também enfermeira, ouvinte e amiga em tempo integral. "O Marcos precisa da gente até para enxugar uma lágrima, secar o suor, comer e beber porque não tem os movimentos dos braços. Ele quebrou o pescoço e ter sobrevivido é um milagre", comenta. Por conta disso, a casa precisou de adaptações. O quarto, por exemplo, teve que ser reformado para acomodar a cama onde ele fica.
Sem condições de bancar o aluguel, por causa dos gastos com remédios, materiais de limpeza e higiene e as idas ao médico, a família se mudou para casa de um irmão de Marcos. "Ele que sempre se desdobrou para poder comprar uma casa, agora debilitado, mas em plena consciência, fica sem poder fazer nada e muito preocupado", explica. A rotina produtiva do pai de família deu lugar a uma luta pela vida. "Eu não gosto nem de parar muito parar pensar, mas sei que Deus tem um propósito para tudo. Eu procuro ser forte, sou pra cima e não deixo meus filhos caírem, não", garante Fabiana.
E Fabiana não regula elogios ao marido, que conheceu ainda na adolescência. "Morávamos no mesmo bairro, nos conhecemos quando eu tinha 13 anos, namoramos e temos 19 anos de casados", orgulha-se. "O Marcos sempre foi um marido muito bom, tinha dois empregos e é por tudo o que vivemos, e por Deus, que estou tendo forças para cuidar dele." (Walkiria Vieira/NOSSODIA)