A vendedora Elidia dos Anjos, 52 anos, não poupa elogios ao pai, o mineiro Vitor dos Anjos, 85 anos. Pai de seis filhos, três meninos e três meninas, ele nasceu no município de Machado, terra quea tem o cultivo de café como principal atividade econômica. Não por acaso, foi na roça de café que trabalhou a maior parte da vida. E quando entra na cozinha ainda hoje é para passar um cafezinho de beber ajoelhado. " O café dele é ótimo", garante a filha Elidia. Mas ele também é fá de um bom tutu de feijão.
E a filhota é só elogios quando fala de seu grande exemplo na vida. "Meu pai sempre foi sossegadinho. Nunca foi de beber, nunca fumou e nem foi de ter muitos amigos porque na verdade sempre foi muito chegado na família. Eu sou muito grata a ele porque para mim foi pai duas vezes, já que praticamente criou o meu filho que hoje tem 22 anos. Levava e buscava meu filho na escola e foi muito importante essa fase. Sou eternamente grata por tudo", agradece.
Há dois anos, o mineirinho ficou viúvo. Ainda se adapta a nova rotina e sente muito a falta da companheira, dona Rosalina Rezende, com quem dividiu alegrias e tristezas durante os 60 anos de união. Então, dá pra entender o que o pai de família sente. Mesmo assim, Elidia reforça que "ele é o melhor pai do mundo".
Além de ver jornais e novelas na televisão, o mineiro Vitor também gosta de pescar. De bem com a vida, ele não é de reclamar de nada e vive feliz no União da Vitória I, na Zona Sul de Londrina. De lá diz que só sai quando Deus o levar. "Graças a Deus meu pai tem saúde de ferro e eu nunca ouvi ele reclamar de nada, nem de uma dor de cabeça. Dorme cedo, come direitinho, não fuma e nem bebe", elogia.
Na casa de madeira onde mora com o pai, os porta-retratos na estante confirmam que a família é grande. Netos são 10 e mais oito bisnetos. "A casa é um cubículo, são praticamente dois cômodos, mas quando aparece todo mundo é que nem coração de mãe, sempre cabe mais um", brinca.
E não é só gente que tem lugar nesta numerosa galera.Príncipe, um lhasa de pelos bem tosados, também é muito querido. O comedouro no chão de tábua indica que o bichinho tem seu "troninho" garantido dentro de casa, junto com os moradores. Das travessuras mais recentes, os donos da casa contam uma: "ele comeu o controle remoto da televisão e agora que o botão afundou, estamos sem TV". (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
E a filhota é só elogios quando fala de seu grande exemplo na vida. "Meu pai sempre foi sossegadinho. Nunca foi de beber, nunca fumou e nem foi de ter muitos amigos porque na verdade sempre foi muito chegado na família. Eu sou muito grata a ele porque para mim foi pai duas vezes, já que praticamente criou o meu filho que hoje tem 22 anos. Levava e buscava meu filho na escola e foi muito importante essa fase. Sou eternamente grata por tudo", agradece.
Há dois anos, o mineirinho ficou viúvo. Ainda se adapta a nova rotina e sente muito a falta da companheira, dona Rosalina Rezende, com quem dividiu alegrias e tristezas durante os 60 anos de união. Então, dá pra entender o que o pai de família sente. Mesmo assim, Elidia reforça que "ele é o melhor pai do mundo".
Além de ver jornais e novelas na televisão, o mineiro Vitor também gosta de pescar. De bem com a vida, ele não é de reclamar de nada e vive feliz no União da Vitória I, na Zona Sul de Londrina. De lá diz que só sai quando Deus o levar. "Graças a Deus meu pai tem saúde de ferro e eu nunca ouvi ele reclamar de nada, nem de uma dor de cabeça. Dorme cedo, come direitinho, não fuma e nem bebe", elogia.
Na casa de madeira onde mora com o pai, os porta-retratos na estante confirmam que a família é grande. Netos são 10 e mais oito bisnetos. "A casa é um cubículo, são praticamente dois cômodos, mas quando aparece todo mundo é que nem coração de mãe, sempre cabe mais um", brinca.
E não é só gente que tem lugar nesta numerosa galera.Príncipe, um lhasa de pelos bem tosados, também é muito querido. O comedouro no chão de tábua indica que o bichinho tem seu "troninho" garantido dentro de casa, junto com os moradores. Das travessuras mais recentes, os donos da casa contam uma: "ele comeu o controle remoto da televisão e agora que o botão afundou, estamos sem TV". (Walkiria Vieira/NOSSODIA)