Representantes das secretarias de Saúde e de Defesa Social de Londrina se reúnem na próxima segunda para discutir formas de como melhorar a segurança nas unidades de saúde da rede de urgência e emergência. Na noite do último sábado, dois rapazes armados entraram na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Sabará, na Zona Oeste, e atiraram contra um adolescente de 17 anos. A vítima, que já estava sendo perseguida pela dupla, foi baleada na cabeça e morreu no local. Dois guardas municipais faziam a vigilância na UPA, mas não conseguiram evitar o crime.
O diretor de Urgência e Emergência da Secretaria Municipal de Saúde, Eduardo Cristofoli Silva, comentou que o assassinato foi atípico, mas admitiu que é preciso buscar outras ferramentas para evitar prejuízos maiores aos funcionários e pacientes em atendimento. "Temos que analisar, por exemplo, mudanças no acesso à porta principal", destacou. Ele lembrou que a Guarda Municipal mantém a vigilância em algumas unidades, mas outras medidas precisam ser adotadas para reforçar a segurança. (Viviane Costa/Folha de Londrina)
O diretor de Urgência e Emergência da Secretaria Municipal de Saúde, Eduardo Cristofoli Silva, comentou que o assassinato foi atípico, mas admitiu que é preciso buscar outras ferramentas para evitar prejuízos maiores aos funcionários e pacientes em atendimento. "Temos que analisar, por exemplo, mudanças no acesso à porta principal", destacou. Ele lembrou que a Guarda Municipal mantém a vigilância em algumas unidades, mas outras medidas precisam ser adotadas para reforçar a segurança. (Viviane Costa/Folha de Londrina)