"Em 2016 apareceu o Fut7 e estou adorando", diz o meio campista Pedro Henrique Vieira, que desistiu do futebol profissional por causa de uma lesão
Atletas novos e experientes encontram no Futebol 7, "o Fut7", a esperança para continuar dentro dos campos. Disputada entre dois times de sete jogadores cada e dois árbitros, a modalidade que chegou a Londrina em outubro de 2016 já conta com uma liga intermunicipal, dividida em três séries, jogadores amadores e ex-profissionais. Alguns com passagens na primeira divisão nacional e experiência no exterior. Entre eles, o meia Jéferson Teixeira, de 29 anos, que já defendeu as cores da Chapecoense (SC), atual campeã da copa Sul-Americana.
Teixeira, que é natural do jardim Monterrey, zona leste de Londrina, chegou recentemente da Bolívia, onde defendeu no ano de 2016 as equipes de San Martin e San Jose de Ororu. O camisa 10 da competição é um dos mais experientes e desfila hoje a sua habilidade no "Fut7" aguardando futuras oportunidades no futebol profissional. "Comecei no futsal e gosto também de jogar no Futebol 7, que é parecido. O meu objetivo, além de fazer o que gosto (jogar futebol), é encontrar a chance de defender um outro grande time de futebol", comenta ele, que joga profissionalmente desde os 22 anos. O início foi na Portuguesa Londrinense. Ele possui experiência em divisões de acesso paranaense e futebol paraguaio, onde atuou nos times Concepción e no Cerro Corá.
Outro que aposta no Futebol 7 é o paraense Washington Neto, 22, que chegou a Londrina após deixar o Paysandu Sport Club (PA). Time que defendeu na série B do Campeonato Brasileiro em 2013 e 2014. "Vim a Londrina para estudar. Estou cursando educação física, paralelamente tenho uma academia na cidade e participo do Fut 7. Além de manter o preparo físico, acredito que a modalidade é uma vitrine e, mais cedo ou mais tarde, pode me dar a oportunidade de jogar novamente em alto nível", observa Neto, que estrou profissionalmente na Ponte Preta (SP), hoje na série A do Brasileirão.
Apesar da pouca idade, 20 anos, o meio campista Pedro Henrique Vieira chegou a desistir do futebol. Uma grave lesão no joelho direito quase o afastou dos gramados. Natural do Conjunto Farid Libos, região norte, ele despontou aos 13 anos para o futebol londrinense. "Tudo começou na Portuguesa Londrinense, joguei na Junior Team, fui campeão e vice-campeão paranaense com o Londrina em 2014 e 2015 (respectivamente)", relembra o atleta. Após o bom momento, jogou pelo J. Malucelli e Mogi Mirin (SP). "Sai do Mogi e voltei para a minha casa. Decidi deixar o futebol e ir trabalhar em uma empresa. Em outubro de 2016 apareceu a novidade, o Fut7, e estou adorando", acrescenta ele, dando uma nova oportunidade ao futebol.
Teixeira, que é natural do jardim Monterrey, zona leste de Londrina, chegou recentemente da Bolívia, onde defendeu no ano de 2016 as equipes de San Martin e San Jose de Ororu. O camisa 10 da competição é um dos mais experientes e desfila hoje a sua habilidade no "Fut7" aguardando futuras oportunidades no futebol profissional. "Comecei no futsal e gosto também de jogar no Futebol 7, que é parecido. O meu objetivo, além de fazer o que gosto (jogar futebol), é encontrar a chance de defender um outro grande time de futebol", comenta ele, que joga profissionalmente desde os 22 anos. O início foi na Portuguesa Londrinense. Ele possui experiência em divisões de acesso paranaense e futebol paraguaio, onde atuou nos times Concepción e no Cerro Corá.
Outro que aposta no Futebol 7 é o paraense Washington Neto, 22, que chegou a Londrina após deixar o Paysandu Sport Club (PA). Time que defendeu na série B do Campeonato Brasileiro em 2013 e 2014. "Vim a Londrina para estudar. Estou cursando educação física, paralelamente tenho uma academia na cidade e participo do Fut 7. Além de manter o preparo físico, acredito que a modalidade é uma vitrine e, mais cedo ou mais tarde, pode me dar a oportunidade de jogar novamente em alto nível", observa Neto, que estrou profissionalmente na Ponte Preta (SP), hoje na série A do Brasileirão.
Apesar da pouca idade, 20 anos, o meio campista Pedro Henrique Vieira chegou a desistir do futebol. Uma grave lesão no joelho direito quase o afastou dos gramados. Natural do Conjunto Farid Libos, região norte, ele despontou aos 13 anos para o futebol londrinense. "Tudo começou na Portuguesa Londrinense, joguei na Junior Team, fui campeão e vice-campeão paranaense com o Londrina em 2014 e 2015 (respectivamente)", relembra o atleta. Após o bom momento, jogou pelo J. Malucelli e Mogi Mirin (SP). "Sai do Mogi e voltei para a minha casa. Decidi deixar o futebol e ir trabalhar em uma empresa. Em outubro de 2016 apareceu a novidade, o Fut7, e estou adorando", acrescenta ele, dando uma nova oportunidade ao futebol.
Jogo leal é prioridade
O idealizador do Futebol 7 na região é o carioca Fabner Oliveira, presidente da Liga Londrina Fut 7. Ele conta que a modalidade é popular nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. "Ela existe no Brasil desde 1987. Mas em Londrina é uma novidade, que trouxemos em 2016. Hoje organizamos o Campeonato Intermunicipal de Futebol 7, que possui 40 equipes. Trabalhamos para que a modalidade possa exportar novos e experientes atletas para o futebol profissional", explica ele, que se mudou para Londrina em busca de mais qualidade de vida. Oliveira ressalta que o Fut7 possui jogos mais leais que o futebol tradicional. "Não são permitidos os carrinhos (lance em que o jogador se atira no chão em disputa pela bola), cada time só pode cometar cinco faltas por período. A ideia é que a partida flua e a violência seja minimizada. Por causa da organização, a modalidade cresce e atrai muitas pessoas."
Ligada à Federação Paranaense de Futebol 7, o Intermunicipal oferece duas vagas para o Paranaense de 2017. "A nossa liga banca a participação das duas equipes no estadual. Além disso, queremos trabalhar junto ao Londrina. A intenção é organizar uma seleção aqui e, nas cores do LEC, representar a cidade em campeonatos nacionais. Jogos são transmitidos, inclusive, por canais de televisão", detalha. (P.M.)
O idealizador do Futebol 7 na região é o carioca Fabner Oliveira, presidente da Liga Londrina Fut 7. Ele conta que a modalidade é popular nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. "Ela existe no Brasil desde 1987. Mas em Londrina é uma novidade, que trouxemos em 2016. Hoje organizamos o Campeonato Intermunicipal de Futebol 7, que possui 40 equipes. Trabalhamos para que a modalidade possa exportar novos e experientes atletas para o futebol profissional", explica ele, que se mudou para Londrina em busca de mais qualidade de vida. Oliveira ressalta que o Fut7 possui jogos mais leais que o futebol tradicional. "Não são permitidos os carrinhos (lance em que o jogador se atira no chão em disputa pela bola), cada time só pode cometar cinco faltas por período. A ideia é que a partida flua e a violência seja minimizada. Por causa da organização, a modalidade cresce e atrai muitas pessoas."
Ligada à Federação Paranaense de Futebol 7, o Intermunicipal oferece duas vagas para o Paranaense de 2017. "A nossa liga banca a participação das duas equipes no estadual. Além disso, queremos trabalhar junto ao Londrina. A intenção é organizar uma seleção aqui e, nas cores do LEC, representar a cidade em campeonatos nacionais. Jogos são transmitidos, inclusive, por canais de televisão", detalha. (P.M.)