Apesar do nome do bairro, as flores é que se destacam no Conjunto Cafezal, na zona sul de Londrina. Na avenida Eurico Gaspar Dutra, mais de 2.500 mudas colorem o espaço, que divide as duas pistas da principal via do Cafezal. Lugar que hoje também é popularmente conhecido como bairro das flores. As variadas espécies, em sua maioria rosas, são cuidadosamente mantidas pelos próprios comerciantes. Isso desde 2015. A ideia deu tão certo que o espaço se tornou um ponto de referência na região. O canteiro, antes utilizado para o descarte de lixo e alvo frequente dos vândalos, hoje é um admirado jardim. Além das plantas, o zelo reflete nas lixeiras e no gramado. Paisagem que serviu de cenário para mais uma edição do "NOSSODIA Móvel".
Beleza que contagia
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A equipe NOSSODIA ficou contagiada com o cuidado da população no canteiro. Os promotores de venda, Roberto Precedino e Carolina dos Santos Cruz, fizeram questão de posar junto às flores.
Fé na vida
A ilustre moradora Ivone Marcolino, 78 anos, também apareceu para prestigiar o "NOSSODIA Móvel" no Cafezal. Se recuperando de um problema de saúde, ela presenteou a equipe do jornal com seu sorriso e posou para a foto com Carolina e Roberto.
E a guia rebaixada?
Mas não foi só "cara de paisagem". Aproveitando a visita do NOSSODIA, os moradores também fizeram críticas sobre a principal via do bairro. O aposentado Carlos Lourenço, de 87 anos, um dos mais antigos do Conjunto Cafezal, pediu pela instalação de guias rebaixadas na avenida Eurico Gaspar Dutra. "Fizeram a pintura e sinalizaram toda a via. Mas esqueceram justamente de fazer as guias rebaixadas no início e no fim das novas faixas de pedestres da avenida. Complica bastante a condição dos mais velhos", lembrou ele.
Quebra-molas iriam bem
Balconista de farmácia, Wellington Aurora disse que está sempre disposto a atender os moradores do Cafezal. Sempre atento aos problemas dos mais frágeis, ele explica que o grande fluxo de veículos em alta velocidade oferece riscos para idosos e crianças. "O Cafezal melhorou muito nos últimos anos. Os moradores se conhecem bem e vivem com tranquilidade. O problema é a falta de respeito de alguns motoristas, que passam correndo, principalmente pela avenida Eurico Gaspar Dutra. Essa avenida necessita de lombadas antes das faixas de pedestres, para evitar atropelamentos", avalia Wellington.