Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós
Não se faz um país apenas com homens e livros, pois, ainda que estes sejam importantes, um país precisa de muito mais e, dentre tantas carências, necessita de que seus cidadãos construam um sentimento de pertencer à pátria, sentir-se parte dela. Diante de tantas adversidades instauradas no cenário político nacional, o feriado de 7 de setembro deve ser valorizado, e muito, por se tratar de momento em que se comemora o fato de o Brasil iniciar seus passos rumo à construção de uma identidade. A liberdade em relação a Portugal, ainda que parcial, tendo em vista que a Bahia só se torna liberta em 02 de julho de 1823, marca, além do fim do domínio político, o tímido despertar de nossa autonomia. Traçar sinais que nos permitam ser identificados como nação, a começar pela língua portuguesa, cujas marcas a torna bem brasileira; delinear nossa primeira Constituição e ver florir uma Literatura, ainda que utópica em suas raízes, tributária da construção de identidade nacional. Passado o 7 de setembro, fica o desejo de que cada brasileiro traga em seu coração a vontade de ser pátria, de pertencer, de valorizar, senão por si, mas em memória daqueles que no passado lutaram por um país livre para manifestar o que se julga necessário. A língua de um povo é, pois, o maior símbolo identidário, por meio dela nos comunicamos e expressamos, dentre tantas possibilidades, o amor à pátria... Viva o Brasil!!! Viva nossa independência e que façamos dela algo para além da liberdade política, econômica, religiosa e cultural... Que de fato se rompam todos os grilhões que ainda nos forjam!!!
Não se faz um país apenas com homens e livros, pois, ainda que estes sejam importantes, um país precisa de muito mais e, dentre tantas carências, necessita de que seus cidadãos construam um sentimento de pertencer à pátria, sentir-se parte dela. Diante de tantas adversidades instauradas no cenário político nacional, o feriado de 7 de setembro deve ser valorizado, e muito, por se tratar de momento em que se comemora o fato de o Brasil iniciar seus passos rumo à construção de uma identidade. A liberdade em relação a Portugal, ainda que parcial, tendo em vista que a Bahia só se torna liberta em 02 de julho de 1823, marca, além do fim do domínio político, o tímido despertar de nossa autonomia. Traçar sinais que nos permitam ser identificados como nação, a começar pela língua portuguesa, cujas marcas a torna bem brasileira; delinear nossa primeira Constituição e ver florir uma Literatura, ainda que utópica em suas raízes, tributária da construção de identidade nacional. Passado o 7 de setembro, fica o desejo de que cada brasileiro traga em seu coração a vontade de ser pátria, de pertencer, de valorizar, senão por si, mas em memória daqueles que no passado lutaram por um país livre para manifestar o que se julga necessário. A língua de um povo é, pois, o maior símbolo identidário, por meio dela nos comunicamos e expressamos, dentre tantas possibilidades, o amor à pátria... Viva o Brasil!!! Viva nossa independência e que façamos dela algo para além da liberdade política, econômica, religiosa e cultural... Que de fato se rompam todos os grilhões que ainda nos forjam!!!