Descuidado
Diz a lenda, que eu criei, que havia um jovem responsável por regar um vaso com uma roseira, deveria cuidar dele com esmero. Todos os dias o jovem cumpria sua missão e a rosa lhe presenteava com folhas viçosas. Vendo ele que a roseira estava fortalecida, passou a dedicar menos tempo a ela. A flor sentiu sobremaneira e, pouco a pouco, foi perdendo o vigor. Os primeiros botões, que prenunciavam a chegada de belas rosas, perderam a força e não vingaram. Ao passo que o jovem abandonava sua flor, ela sufocava em sofrimento. Chegou um dia à casa outro morador que desejou cuidar daquele vaso. Com dedicação, ele regou a planta e logo ela lhe presenteou com rosas de beleza ímpar. Arrependido do descaso para com sua rosa, o jovem tentou recuperar o amor dela. Em vão! Rosas feridas voltam a florescer, mas raramente conseguirão oferecer botões lindos àquele que delas descuidou.
Diz a lenda, que eu criei, que havia um jovem responsável por regar um vaso com uma roseira, deveria cuidar dele com esmero. Todos os dias o jovem cumpria sua missão e a rosa lhe presenteava com folhas viçosas. Vendo ele que a roseira estava fortalecida, passou a dedicar menos tempo a ela. A flor sentiu sobremaneira e, pouco a pouco, foi perdendo o vigor. Os primeiros botões, que prenunciavam a chegada de belas rosas, perderam a força e não vingaram. Ao passo que o jovem abandonava sua flor, ela sufocava em sofrimento. Chegou um dia à casa outro morador que desejou cuidar daquele vaso. Com dedicação, ele regou a planta e logo ela lhe presenteou com rosas de beleza ímpar. Arrependido do descaso para com sua rosa, o jovem tentou recuperar o amor dela. Em vão! Rosas feridas voltam a florescer, mas raramente conseguirão oferecer botões lindos àquele que delas descuidou.