Mãe de primeira viagem
Toda primeira vez que fazemos alguma coisa é difícil. Mas há algumas que são muito difíceis. Ainda que digam ter a mulher um lado meio instintivo para a maternidade, nem todas são assim e, certa vez, uma dessas mulheres, sem o lado maternal muito apurado, viveu uma situação interessante, para não dizer bizarra. Bebês ao nascer têm todos o mesmo rostinho! Claro que você pode discordar, dizendo que seu filho nasceu com traços muito semelhantes aos do papai ou da mamãe, vovô ou vovó. Na verdade, os bebês são lindos, nascem com o rostinho inchado, com o tom da pele avermelhado e ao passar das horas vão ocorrendo mudanças naturais no tom da pele e o inchaço do rosto vai diminuindo e, aí assim, é possível ir, de fato, conhecendo os traços do pequeno. Mas voltando à mãe de que falei... a enfermeira entrou no quarto e levou o bebê para a troca de fralda. Como sentiu estar demorando, a mãe se levantou e foi até o berçário. Ao chegar lá, deparou-se com vários bebês deitados numa espécie de balcão, enrolados em um pano leve, o cueiro. A mãe olhou para os bebês tentando identificar qual seria o seu que havia nascido horas antes. Olhou, olhou de novo e parou diante de um e ficou a acariciar-lhe o rostinho, dizendo aquelas frases carinhosas, num tom bem infantil - aliás como todos os adultos fazem ao conversar com o bebê. Alguns minutos depois, a enfermeira virou-se para a mãe e disse: ‘O que você faz aí? Seu bebê é este? A mulher, desconcertada, olhou mais uma vez para o recém-nascido, para quem havia dirigido algumas ternurinhas e, sem entender, viu no bebê trocado tantas identificações com aquele que lhe levaram ao quarto. Dirigiu-se a seu filho, agora sim o de verdade, não puderam, ela e a enfermeira, deixar de rir pela troca. A mulher ainda pensou "bebês são mesmo todos iguais".
Toda primeira vez que fazemos alguma coisa é difícil. Mas há algumas que são muito difíceis. Ainda que digam ter a mulher um lado meio instintivo para a maternidade, nem todas são assim e, certa vez, uma dessas mulheres, sem o lado maternal muito apurado, viveu uma situação interessante, para não dizer bizarra. Bebês ao nascer têm todos o mesmo rostinho! Claro que você pode discordar, dizendo que seu filho nasceu com traços muito semelhantes aos do papai ou da mamãe, vovô ou vovó. Na verdade, os bebês são lindos, nascem com o rostinho inchado, com o tom da pele avermelhado e ao passar das horas vão ocorrendo mudanças naturais no tom da pele e o inchaço do rosto vai diminuindo e, aí assim, é possível ir, de fato, conhecendo os traços do pequeno. Mas voltando à mãe de que falei... a enfermeira entrou no quarto e levou o bebê para a troca de fralda. Como sentiu estar demorando, a mãe se levantou e foi até o berçário. Ao chegar lá, deparou-se com vários bebês deitados numa espécie de balcão, enrolados em um pano leve, o cueiro. A mãe olhou para os bebês tentando identificar qual seria o seu que havia nascido horas antes. Olhou, olhou de novo e parou diante de um e ficou a acariciar-lhe o rostinho, dizendo aquelas frases carinhosas, num tom bem infantil - aliás como todos os adultos fazem ao conversar com o bebê. Alguns minutos depois, a enfermeira virou-se para a mãe e disse: ‘O que você faz aí? Seu bebê é este? A mulher, desconcertada, olhou mais uma vez para o recém-nascido, para quem havia dirigido algumas ternurinhas e, sem entender, viu no bebê trocado tantas identificações com aquele que lhe levaram ao quarto. Dirigiu-se a seu filho, agora sim o de verdade, não puderam, ela e a enfermeira, deixar de rir pela troca. A mulher ainda pensou "bebês são mesmo todos iguais".