E parou mesmo!
Eu escrevi uma crônica aqui nesta coluna em 2016, em que tratei sobre o papel do caminheiro dentro do país. Continuo pensando que esse profissional tem uma missão muito maior do que as pessoas imaginam. E nunca isso ficou tão claro na cabeça do brasileiro quanto agora. Atribuí à crônica o título ‘Sem caminhão, o Brasil para’ e parou. Eu prefiro não pensar se há ou não interesses outros por detrás da greve, neste momento prefiro apenas refletir sobre as reivindicações da classe e nas alegações para pedir o que pede. Prefiro pensar no trabalho árduo do caminheiro que roda Brasil afora para que produtos vários cheguem até o consumidor, melhor pensar que tem razão o profissional que sua longe do aconchego do lar e arrisca-se em estradas com manutenção inexistente, mas pedágio bem salgadinho. A paralisação dos caminheiros afeta a mim e a você, sabe por quê? Porque, em que pese haver malha ferroviária e transportes aéreo e marítimo, é por meio do caminhão que este país segue sua normalidade. Pensemos, então, primeiro e deixemos de lado o ato de apontar antes de pôr na balança o quanto a classe tem peso.
Eu escrevi uma crônica aqui nesta coluna em 2016, em que tratei sobre o papel do caminheiro dentro do país. Continuo pensando que esse profissional tem uma missão muito maior do que as pessoas imaginam. E nunca isso ficou tão claro na cabeça do brasileiro quanto agora. Atribuí à crônica o título ‘Sem caminhão, o Brasil para’ e parou. Eu prefiro não pensar se há ou não interesses outros por detrás da greve, neste momento prefiro apenas refletir sobre as reivindicações da classe e nas alegações para pedir o que pede. Prefiro pensar no trabalho árduo do caminheiro que roda Brasil afora para que produtos vários cheguem até o consumidor, melhor pensar que tem razão o profissional que sua longe do aconchego do lar e arrisca-se em estradas com manutenção inexistente, mas pedágio bem salgadinho. A paralisação dos caminheiros afeta a mim e a você, sabe por quê? Porque, em que pese haver malha ferroviária e transportes aéreo e marítimo, é por meio do caminhão que este país segue sua normalidade. Pensemos, então, primeiro e deixemos de lado o ato de apontar antes de pôr na balança o quanto a classe tem peso.