Sem caminho, o Brasil para!
Ontem esperei o dia todo, ansiosa, por uma encomenda. Já no final da tarde, recebi um telefonema da transportadora responsável pela entrega. A moça me explicou que havia acontecido um acidente e a carga tinha sido danificada; porém, que não me preocupasse que em três dias a entrega seria feita. Desliguei o telefone e, imediatamente, comecei a imaginar como estava o motorista do caminhão. Será que se feriu? Será que foi socorrido em tempo? E a empresa, será que estava oferecendo a ele o mesmo cuidado e atenção que senti terem dispensado a mim e, por suposto, aos demais que aguardavam pela encomenda? Não pude deixar de pensar na esposa que, talvez, em casa aguardava aflita por notícias do caminhoneiro; ou ainda a mãe de coração apertado que ansiava em saber do filho. Quantos são os caminhões que rodam Brasil afora levando produtos para várias finalidades? Cada caminhão é uma vida, pois quem o conduz é o caminhoneiro, aquele que, em muitas ocasiões, passa grande parte da noite sem dormir, porque precisa chegar rapidamente ao seu destino. Aquele que come nos postos da estrada, os quais nem sempre oferecem a melhor refeição; aquele que dorme noites e noites seguidas longe do aconchego do lar, tendo como único conforto a cabine do seu veículo. É fato que o Brasil é grande em extensão, mais fato ainda que há transporte ferroviário e aéreo; todavia, são os caminheiros de olhos cansados que arriscam suas vidas nas estradas, as quais nem sempre têm condições favoráveis, para fazer chegar aos quatro cantos do país roupa, alimento, produtos diversos. Não pensei mais na minha encomenda, em compensação, o caminhoneiro que eu sequer imagino quem seja não saiu de minha mente. Espero que ele esteja bem e desejo que todos os caminheiros possam ser reconhecidos pela valioso trabalho que realizam como aqueles que são mensageiros da fartura, seja comestível ou não, que é levada do Oiapoque ao Chuí, por meio de muitos sacrifícios.
Ontem esperei o dia todo, ansiosa, por uma encomenda. Já no final da tarde, recebi um telefonema da transportadora responsável pela entrega. A moça me explicou que havia acontecido um acidente e a carga tinha sido danificada; porém, que não me preocupasse que em três dias a entrega seria feita. Desliguei o telefone e, imediatamente, comecei a imaginar como estava o motorista do caminhão. Será que se feriu? Será que foi socorrido em tempo? E a empresa, será que estava oferecendo a ele o mesmo cuidado e atenção que senti terem dispensado a mim e, por suposto, aos demais que aguardavam pela encomenda? Não pude deixar de pensar na esposa que, talvez, em casa aguardava aflita por notícias do caminhoneiro; ou ainda a mãe de coração apertado que ansiava em saber do filho. Quantos são os caminhões que rodam Brasil afora levando produtos para várias finalidades? Cada caminhão é uma vida, pois quem o conduz é o caminhoneiro, aquele que, em muitas ocasiões, passa grande parte da noite sem dormir, porque precisa chegar rapidamente ao seu destino. Aquele que come nos postos da estrada, os quais nem sempre oferecem a melhor refeição; aquele que dorme noites e noites seguidas longe do aconchego do lar, tendo como único conforto a cabine do seu veículo. É fato que o Brasil é grande em extensão, mais fato ainda que há transporte ferroviário e aéreo; todavia, são os caminheiros de olhos cansados que arriscam suas vidas nas estradas, as quais nem sempre têm condições favoráveis, para fazer chegar aos quatro cantos do país roupa, alimento, produtos diversos. Não pensei mais na minha encomenda, em compensação, o caminhoneiro que eu sequer imagino quem seja não saiu de minha mente. Espero que ele esteja bem e desejo que todos os caminheiros possam ser reconhecidos pela valioso trabalho que realizam como aqueles que são mensageiros da fartura, seja comestível ou não, que é levada do Oiapoque ao Chuí, por meio de muitos sacrifícios.