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Nossa crônica

Por Cláudia Bergamini
07 mai 2017 às 18:55

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Pixabay
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E se eu não sorrir?
E se eu não amar?
E se eu não sentir?
Tirar o ‘se’ do vocabulário se faz necessário quando o assunto é sentir-se bem. A vida pede urgência. Compromissos, prazos, respostas, ir e vir, cotidiano, tudo a cumprir. E o tempo para sorrir? Receitas, elas não existem. Viver existe.
Cumprir cada exigência com sorriso nos lábios. Fazer do fardo não um fado, mas a cantiga de roda de todos os dias.
Encontrar entre uma e outra hora um instante para o sorriso, no meio do dia distribuir um abraço, assim, gratuito, ou buscar uma forma de dizer aos seus o quanto são importantes.
‘Estar com’ não necessariamente precisa ser estar. É possível estar a distância, é possível sentir ainda que rios de concreto separem os corpos.
O calor de hoje precisa ser o calor de amanhã. Para tanto, cultivar a raridade em sentimentos torna-se basilar.
‘Se’, esqueça, pensar que vai ser vale mais. Todos os ‘ses’ são abolidos quando aproveitar o instante caminha para a ordem do dia. Portanto, carpe diem!!!


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