Uma família no Residencial Vista Bela não poderá celebrar o Natal e nem a chegada de 2017 na própria casa, localizada na rua Celeste Conto Moro, região norte de Londrina. A residência foi destruída pelo fogo na última semana, que consumiu móveis, eletrônicos, roupas, alimentos, documentos. Os moradores dizem que o incêndio começou na instalação elétrica (curto-circuito). Esta seria a quinta casa no bairro consumida pelas chamas após problemas elétricos.
"Eu tinha notado um cheiro de queimado aqui dentro de casa, mas achei que seria do disjuntor de energia, que já tinha caído pelo menos cinco vezes naquele dia (14). Infelizmente, isso era comum por aqui", comenta a vendedora Elaine Alvim. "Morávamos em cinco pessoas aqui, mas não tinha ninguém na casa quando o fogo começou. Eu mesmo estava trabalhando quando fui avisada do incêndio", relembra ela a última quarta-feira.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para o combate às chamas, porém nada pôde ser salvo. Além do interior, toda a estrutura do imóvel foi comprometida. O calor danificou o telhado e causou rachaduras nas paredes. "Sobrou apenas a roupa do corpo. Pelo menos ninguém se feriu. Estamos vivos. Isso é o mais importante", destaca a jovem, tentando se consolar após o triste episódio.
Os moradores esperam uma providência urgente da Caixa Econômica Federal, responsável pelo financiamento dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida.
Proprietário da casa, o técnico em segurança Marcelo Alvim, com o que restou da residência
"Eu tinha notado um cheiro de queimado aqui dentro de casa, mas achei que seria do disjuntor de energia, que já tinha caído pelo menos cinco vezes naquele dia (14). Infelizmente, isso era comum por aqui", comenta a vendedora Elaine Alvim. "Morávamos em cinco pessoas aqui, mas não tinha ninguém na casa quando o fogo começou. Eu mesmo estava trabalhando quando fui avisada do incêndio", relembra ela a última quarta-feira.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para o combate às chamas, porém nada pôde ser salvo. Além do interior, toda a estrutura do imóvel foi comprometida. O calor danificou o telhado e causou rachaduras nas paredes. "Sobrou apenas a roupa do corpo. Pelo menos ninguém se feriu. Estamos vivos. Isso é o mais importante", destaca a jovem, tentando se consolar após o triste episódio.
Os moradores esperam uma providência urgente da Caixa Econômica Federal, responsável pelo financiamento dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida.
Proprietário da casa, o técnico em segurança Marcelo Alvim, com o que restou da residência
‘Gato’ já fez 2 vítimas
Por meio de assessoria de imprensa, a Caixa informa que há um canal, o 0800-721-6268, para qualquer tipo de reclamação sobre os empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida. Em relação aos incidentes registrados anteriormente no bairro, a assessoria explicou que ligações clandestinas na instalação elétrica, o famoso "gato", teriam causado pelo menos dois incêndios. Já sobre o da última quarta, o banco ainda irá avaliar o caso. Qualquer ajuda aos moradores pode ser entregue na rua Celeste Conto Moro, 1.137, no Residencial Vista Bela. O telefone para contato é 98437-8289. (P.M.)
Por meio de assessoria de imprensa, a Caixa informa que há um canal, o 0800-721-6268, para qualquer tipo de reclamação sobre os empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida. Em relação aos incidentes registrados anteriormente no bairro, a assessoria explicou que ligações clandestinas na instalação elétrica, o famoso "gato", teriam causado pelo menos dois incêndios. Já sobre o da última quarta, o banco ainda irá avaliar o caso. Qualquer ajuda aos moradores pode ser entregue na rua Celeste Conto Moro, 1.137, no Residencial Vista Bela. O telefone para contato é 98437-8289. (P.M.)
Essa tomada é fogo
"O fogo deve ter começado na tomada deste quarto", diz o proprietário da casa, o técnico em segurança Marcelo Alvim, pai de Elaine, ao observar os sinais. "Desde 2012, quando o bairro foi inaugurado, pelo menos cinco residências foram destruídas pelo fogo. Eles teriam começado por causa de problemas na rede elétrica. Uma das casas fica ao lado da nossa", comenta Elaine.
Atualmente, os moradores estão desabrigados. Segundo eles, o mais triste é que não há uma previsão de reconstrução do imóvel. "A casa da vizinha, por exemplo, que também foi destruída por um incêndio, entre o resultado do laudo do Corpo de Bombeiros e da liberação da verba por parte da Caixa, demorou pelo menos um ano e meio para ser refeita. Nosso medo é que demore o mesmo tempo, pois queremos voltar a morar na nossa casa", comenta a vendedora.(P.M.)
"O fogo deve ter começado na tomada deste quarto", diz o proprietário da casa, o técnico em segurança Marcelo Alvim, pai de Elaine, ao observar os sinais. "Desde 2012, quando o bairro foi inaugurado, pelo menos cinco residências foram destruídas pelo fogo. Eles teriam começado por causa de problemas na rede elétrica. Uma das casas fica ao lado da nossa", comenta Elaine.
Atualmente, os moradores estão desabrigados. Segundo eles, o mais triste é que não há uma previsão de reconstrução do imóvel. "A casa da vizinha, por exemplo, que também foi destruída por um incêndio, entre o resultado do laudo do Corpo de Bombeiros e da liberação da verba por parte da Caixa, demorou pelo menos um ano e meio para ser refeita. Nosso medo é que demore o mesmo tempo, pois queremos voltar a morar na nossa casa", comenta a vendedora.(P.M.)