Enquanto se refrescavam no Córrego Verdade, por volta das 14 horas do último domingo, banhistas foram surpreendidos pelo corpo de um homem boiando e tomaram um grande susto. Desesperados, deixaram o fundo de vale e seguiram até a rua do Senado, entre os Jardins Cambé 2 e Tarobá, em Cambé, e acionaram a Polícia Militar. O corpo era de um homem, aparentando ter entre 20 e 30 anos de idade. Ele tinha barba e cabelos pretos, pele branca e usava uma camisa listrada do Corinthians, jaqueta de cor preta e bermuda vermelha. A causa do óbito deve ser esclarecida no início desta semana.
"Hoje estava fazendo um calor muito grande. Então eu e meus familiares decidimos nos refrescar nesse riacho. De repente, um dos moleques gritaram: ‘olha lá’. Na hora achamos que era um boneco. Mas quando tivemos a certeza de era um homem morto, todo mundo saiu da água e foi avisar a polícia", relatou a dona de casa Sueli Martins.
O local era de difícil acesso e a retirada do corpo da água necessitou da presença do Corpo de Bombeiros. Muitos curiosos acompanharam o resgate, porém ninguém o reconheceu como morador daquela região.
"Hoje estava fazendo um calor muito grande. Então eu e meus familiares decidimos nos refrescar nesse riacho. De repente, um dos moleques gritaram: ‘olha lá’. Na hora achamos que era um boneco. Mas quando tivemos a certeza de era um homem morto, todo mundo saiu da água e foi avisar a polícia", relatou a dona de casa Sueli Martins.
O local era de difícil acesso e a retirada do corpo da água necessitou da presença do Corpo de Bombeiros. Muitos curiosos acompanharam o resgate, porém ninguém o reconheceu como morador daquela região.
Fratura no ombro
De acordo com a perita do Instituto de Criminalística de Londrina, Larissa Richter, o corpo estaria no interior do riacho há pelo menos 24 horas. A temperatura da água colaborou com a conservação do corpo. Segundo ela, após uma análise superficial no local, não foi possível identificar marcas de violência no rosto, nas pernas e nem nos braços.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Londrina. Larissa Richter ressaltou que somente exames de necropsia vão apontar a real causa da morte. Por volta das 19 horas de domingo, ele ainda não tinha sido identificado. O IML divulgou que o homem não tinha tatuagens pelo corpo e apresentava uma fratura em um dos ombros, que pode ter sido causada após uma suposta queda. (P.M.)
De acordo com a perita do Instituto de Criminalística de Londrina, Larissa Richter, o corpo estaria no interior do riacho há pelo menos 24 horas. A temperatura da água colaborou com a conservação do corpo. Segundo ela, após uma análise superficial no local, não foi possível identificar marcas de violência no rosto, nas pernas e nem nos braços.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Londrina. Larissa Richter ressaltou que somente exames de necropsia vão apontar a real causa da morte. Por volta das 19 horas de domingo, ele ainda não tinha sido identificado. O IML divulgou que o homem não tinha tatuagens pelo corpo e apresentava uma fratura em um dos ombros, que pode ter sido causada após uma suposta queda. (P.M.)