De acordo com a Mamol (Movimento das Associações de Moradores de Londrina), o Município possui cerca de 109 associações de bairro registradas. A entidade auxilia na fundação das associações mas, poucas delas, depois de criadas, mantém contato. Nas contas do presidente Valmir Alves da Rocha, desse total, apenas 25 associações "dão as caras" quando é necessário.
Uma das causas do "sumiço" é que muitos presidentes, quando eleitos, querem estender o seu mandato. "Muitos também não nos procuram pensando que o cargo é vitalício. Tem presidente que eu só falei uma só vez, na hora da fundar a associação. Aí ficamos sem saber como estão os prazos e os mandatos, até se estão fazendo alguma coisa pelo bairro, porque não fazem ata", mostrou. Rocha explicou que não é obrigatório o contato direto entre associação e movimento. No entanto, caso a situação esteja irregular, quem se complica é o próprio presidente. "O CNPJ, por exemplo, fica tudo na conta dele e pode sofrer consequências como a retomada do imóvel pela Prefeitura. A gente ajuda a regularizar, mas é preciso que entrem em contato conosco". (E.N)
Uma das causas do "sumiço" é que muitos presidentes, quando eleitos, querem estender o seu mandato. "Muitos também não nos procuram pensando que o cargo é vitalício. Tem presidente que eu só falei uma só vez, na hora da fundar a associação. Aí ficamos sem saber como estão os prazos e os mandatos, até se estão fazendo alguma coisa pelo bairro, porque não fazem ata", mostrou. Rocha explicou que não é obrigatório o contato direto entre associação e movimento. No entanto, caso a situação esteja irregular, quem se complica é o próprio presidente. "O CNPJ, por exemplo, fica tudo na conta dele e pode sofrer consequências como a retomada do imóvel pela Prefeitura. A gente ajuda a regularizar, mas é preciso que entrem em contato conosco". (E.N)