Uma briga entre dois irmãos terminou na morte de Jonas José de Oliveira Filho, de 44 anos, na noite de terça-feira no Conjunto Mister Thomas, Zona Leste de Londrina. João José de Oliveira, de 45, é o principal suspeito de ter esfaqueado o irmão. Ele fugiu logo após o crime. Segundo a família, Jonas era usuário de crack e não tinha sido encontrado até a noite de quarta.
O homicídio foi registrado na casa de Jonas, na rua Rosângela Cunha Redondo. Os dois irmãos se desentenderam após Jonas retornar do trabalho. A vítima teria ferido o irmão no rosto com uma faca. Em seguida, houve luta corporal e Jonas foi atingido por uma facada no tórax. De acordo com o perito Fábio Mira, do Instituto de Criminalística, o golpe foi suficiente para causar a morte instantânea. Ele morreu nas escadarias da residência.
De acordo com Rosilene de Oliveira, 41 anos, irmã dos envolvidos, Jonas e João tinham boa relação e não havia motivos para a desavença. "A nossa família sempre foi muito unida e agora estamos destruídos. O Jonas sempre foi uma pessoa nervosa e ansiosa, mas ninguém sabe realmente o que aconteceu e os motivos", relatou. Jonas era eletricista, tinha três filhos e morava sozinho. Ele tinha sete irmãos, dos quais dois são policiais militares, além do pai, já aposentado, e de um sobrinho.
O amigo da família Miguel Palugan, de 48 anos, contou que os familiares estava tentando de todas as formas ajudar Jonas a deixar o vício. "Os dois não tinham rivalidades e eram amigos. Foi uma tragédia", lamentou. (Lucio Flávio Cruz/Folha de Londrina)
O homicídio foi registrado na casa de Jonas, na rua Rosângela Cunha Redondo. Os dois irmãos se desentenderam após Jonas retornar do trabalho. A vítima teria ferido o irmão no rosto com uma faca. Em seguida, houve luta corporal e Jonas foi atingido por uma facada no tórax. De acordo com o perito Fábio Mira, do Instituto de Criminalística, o golpe foi suficiente para causar a morte instantânea. Ele morreu nas escadarias da residência.
De acordo com Rosilene de Oliveira, 41 anos, irmã dos envolvidos, Jonas e João tinham boa relação e não havia motivos para a desavença. "A nossa família sempre foi muito unida e agora estamos destruídos. O Jonas sempre foi uma pessoa nervosa e ansiosa, mas ninguém sabe realmente o que aconteceu e os motivos", relatou. Jonas era eletricista, tinha três filhos e morava sozinho. Ele tinha sete irmãos, dos quais dois são policiais militares, além do pai, já aposentado, e de um sobrinho.
O amigo da família Miguel Palugan, de 48 anos, contou que os familiares estava tentando de todas as formas ajudar Jonas a deixar o vício. "Os dois não tinham rivalidades e eram amigos. Foi uma tragédia", lamentou. (Lucio Flávio Cruz/Folha de Londrina)