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Minha história - Infância bem vivida

Walkiria Vieira
NOSSODIA
10 out 2016 às 09:39

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Walkiria Vieira
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As amigas Ana Júlia, Raíssa e Manoelle gostam de brincadeiras ao ar livre

Elas estudam juntas e, em outras oportunidades além da escola, se consideram melhores companhias. Em sintonia, saem do piquenique para o basquete em segundos e falam em coro: "Somos BFFs, best friendes forever", divertem-se. Mesmo morando no Vivi Xavier, eu venho brincar aqui de tarde e minha mãe sabe que é bom para mim e deixa", fala Raíssa Janaina Furtado, 11 anos. Avistadas brincando de pular elástico na porta de casa, contam que aprenderam durante as oficinas do Viva a Vida e não pararam mais. A atividade que não exige conhecimento prévio, é uma chance e tanto de colocar em prática o equilíbrio, a coordenação, a concentração e a criatividade. E todo mundo ganha nessa brincadeira que atravessa gerações. "O ideal é que sejam três pessoas", explica. "E enquanto as bases sustentam o elástico, quem pula se empenha para passar de uma fase para a outra. Fora de casa e sob o olhar da avó de uma das meninas, dão risada, pulam e a diversão contagia quem passa. Sobre os eletrônicos, refugam. Uma diz que tem celular, mas nem se lembra de carregá-lo quando sai de casa. A outra diz que precisa formatar e assim se sentem felizes. "Acho chato quem só fica olhando para o celular. Tem gente que até na hora do almoço fica vendo mensagem. Eu já vi gente que não desgruda nem no serviço. Muito feio", disparam. Além do elástico, contam que há energia para vôlei. "É top", falam. "Três cortes é muito legal", defendem.
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