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Minha história - Esporte como inclusão social

10 jul 2017 às 10:10

O trabalho, o estudo e o esporte conhecem a garra e o suor de Bruno Antonio da Silva, 27 anos. Nascido em Iporã, Noroeste do Paraná, Bruno pratica atletismo há 10 anos e atribui ao esporte a possibilidade de seguir seus estudos. "Em 2012, me mudei para Londrina para estudar graças a meu desempenho nos Jogos Universitários, de onde saí campeão. Aí, vim estudar marketing na Unicesumar e vejo o esporte em minha vida como inclusão social", pensa. Na casa da avó Maria, no Jardim Éden, Bruno encontra aconchego. "Ela me ajuda muito". Bronze nos 5 mil metros e ouro nos 10 mil nos Jogos Universitários, ele busca o bicampeonato nos Jogos Abertos de Cambé. Em recentes provas, também fez bonito. Nos 8 km da UniFil Day Run, ficou em 4 no geral e 1º em sua categoria. No Circuito Sesc de Corrida e Caminhada, também foi para o pódio. Fez o percurso de 10 km em 35 minutos e foi o quinto. "O treino é diário e como vendo Vale Sorte e o jornal NOSSODIA, uso a bicicleta para me deslocar de Ibiporã para Londrina." São 40 minutos de pedal e o condicionamento de Bruno inspira novos corredores. Professor Eugênio Zaninelli me chamou para o grupo de Corrida Popular. Fico contente de motivar outras pessoas. "O preparo mental é o mais importante e com um tênis e um pouco de coragem, todos podem correr". De pensar que Bruno tinha vergonha de correr, hoje já divide troféus e medalhas na casa dos pais, Marilde e Wilson, e da tia Maria. Bruno começou a trabalhar vendendo leite e verdura com o pai, já trabalhou com telemarketing, na construção civil e pensa em cursar Educação Física.

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