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Minha história - A herança dos Horiutu

Walkiria Vieira
NOSSODIA
06 jun 2016 às 10:09

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Walkiria Vieira
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Luiz Horiuti, bancário aposentado, representa a terceira geração no comando do Bar do Luiz, que fica na esquina da rua Natal com a Porto Alegre. O bar, que é das antigas, conserva o mesmo mobiliário e as cachaças colecionáveis, que fazem clientes fieis não abrirem mão de bater ponto naquela esquina para apreciar alguma bebida e trocar ideias. "São assuntos variados: futebol, religião, política. Bar também é cultura", avisa Horiuti. Em 1947, Tomoji Horiuti abriu o estabelecimento. Chamava-se Quintanda Horiuti. Depois foi a vez de Sebastião Horiuti, o pai de Luiz, assumir o balcão e seguir as tradições. Criado na Seção Paineira, em Assaí, Luiz Horiuti foi vendedor de tecidos da extinta Casas Buri, que ficava na Avenida Paraná. Depois trabalhou em indústria, em São Paulo e como bancário foi parar em Santa Catarina. Tem duas filhas e um filho, e no domingo, é sagrado: "Fecho o bar às duas da tarde e vou almoçar com minha família." Entre cachaças curtidas na carqueja, cavalinha, alecrim, casca de catuaba e guacu, alguns troféus de destacam no alto da estante. São todos de Luiz, de seus campeonatos de tiro. O exímio atirador gosta do que faz, gosta de seus clientes e sobre o coador de pano pendurado na parede, avisa: "O fogão é antigo, mas é enfeite. O coador também. Aqui não tem lanche e nem porção. É só bebida, um tira-gosto e uns docinhos".
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