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MINHA HISTÓRIA - A alegria do Valdemar

18 mar 2018 às 22:46

Mais do que rima, chamar Valdemar Baroto, de maroto, é reconhecer sua extroversão, alegria e brejeirice diante da vida. Dado às caminhadas, é de tênis, camiseta e bermuda que desfruta de toda a saúde que tem. Natural de Itaju, interior de São Paulo, seu Valdemar nasceu dia 7 de abril e tem 75 anos. "Saí da lavoura aos 23 anos para trabalhar na White Martins, que foi um escola para a minha vida toda. Entrei em 11 de agosto de 1966 e saí em 1993", orgulha-se. Mas pra quem pensa que a aposentadoria virou sinônimo de paradeira para Baroto, engana-se: "Fui trabalhar por conta, pinto parede, subo escada, faço acontecer. Quer me ver feliz então, é dançando ao som de um xote e um vanerão". Filho de Augustinho e Julia Valéria, tem a alegria de chamar também de Julia, uma de suas netas. "A formatura dela foi de muito orgulho. Estava lá entre os cinco melhores do Colégio Adventista. Na verdade sou um sortudo: uma esposa, quatro filhas, quatro netas e uma bisneta." Dona Maria, a esposa de Baroto, está no topo, claro. "Casamos em 1963, ela é de Jataizinho, tem 71 anos, fez agora, dia 4 de março." Disposto, dispara: "Levanto às 6 da manhã, varro a calçada das três casas e três vezes por semana vou ao clube. No fim de semana, eu e a Maria ficamos felizes com as visitas que chegam".


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