Notícias

Minha história

29 jul 2018 às 20:51

A londrinense Maria Aparecida Alves, 45 anos, admite que é uma leitora fiel do NOSSODIA. Segundo ela, o jornal já lhe rendeu alegrias, como a de encontrar, nas páginas dos Classificados, o apartamento tão desejado para viver ao lado da família. "Também gosto muito das receitas. Pego todas", conta. Desde que começou a trabalhar, é na casa de família ou em empresas que mostra o quanto é caprichosa na hora da limpeza. O asseio com os pertences do outro é uma qualidade de Maria. Timidamente, acredita em seu potencial e no reconhecimento dos patrões. "Acredito que não estaria empregada se fosse diferente". Em casa, tem o apoio do marido José nas tarefas domésticas. "Ele chega antes de mim e já vai adiantando o feijão no fogo. Eu coloco a roupa pra bater e faço o máximo, mas só até as nove da noite." Conta que o hábito herdou da mãe. "Ela dormia com as galinhas", sorri. Filha única, Maria diz que com a perda dos pais precisou exercitar a maturidade. "Cuidei do pai, que faleceu com 77 anos e da mãe, com 71. Deus foi bom, deu a vitória. Não ficaram sofrendo na cama. Eu precisei ser forte e entender que a hora de partirem chegou e as pessoas se admiraram com a minha serenidade. Eu resolvi o que era preciso e voltei a trabalhar, não podia deixar meus patrões na mão e nem ficar sofrendo em casa". Dedicada à família, cita seu macarrão com bacon como o favorito da família e isso também a alegra. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)


Continue lendo