Das quermesses para os estilosos food-trucks, o churros não perde sua doçura. A massa sequinha com recheio e direito a cobertura foi a ideia que hoje microempreendedora Graciella Yumie teve ao retornar do Japão, onde viveu por 18 anos. "Trabalhei 10 anos como intérprete e tradutora em clínicas e escolas e chegou um determinado momento em que decidimos voltar ao Brasil por causa das crianças". Da luta pelo alvará à escolha de produtos, é ao lado do marido Alberto que toca o negócio – com um sorriso no rosto, diga-se de passagem. O nome "Iupi", foi escolhido dada força da expressão. "Ah, quem gosta de churros, quando vê um carrinho, se alegra. Fizemos um carro colorido e além das crianças, os adultos também são fregueses cativos. Moradores próximos, comerciantes e comerciários. Agora com a volta às aulas, é comum as crianças de uniforme saírem da aula e passarem para comer um churros da gente", comenta. No espaço que o casal projetou, hoje há também espaço para sorvete e açaí. "Tivemos que pensar na sazonalidade do produto e nesse período de calor temos também essas opções." Além do ponto fixo no centro da cidade, Yumie também atende pedidos para eventos. "Aniversários de crianças, de 15 anos e até casamento já fizemos". Além de organizados no espaço, lembram que para empreender e dar certo é preciso cautela, saber administrar bem o dinheiro e investir em qualidade. Uso óleo de palma que é o triplo do preço, mas sei que meu produto ganha muito com isso". (Walkiria Vieira/NOSSODIA)